Mostrando postagens com marcador CPMF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CPMF. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lula: ódio, rancor e mágoa tiraram R$ 150 bi da Saúde

Conversa Afiada

Lula: "Digo todo dia que não vi nenhum produto no mercado com 0,38% de desconto"

Saiu no blog Os Amigos do Presidente Lula:

Lula adverte: oposição demo-tucana fez mal para a Saúde
O presidente Lula foi homenageado nesta terça-feira pela rede de hospitais de reabilitação Sarah Kubitschek, em Brasília.
Durante o evento disse que, para melhorar a saúde, será preciso encontrar outra forma de arrecadar recursos para a área, já que uma das fontes, a CPMF, a oposição demo-tucana eliminou.
“A presidente da República a gente já sabe quem é. Agora independentemente de quem será o ministro da Saúde, terá uma tarefa imensa de organizar deputados e senadores para encontrar uma forma de financiar a saúde…
… Lembro da fatídica noite do fim da CPMF. Digo isso com certa mágoa. Que só existe uma explicação para terem acabado com a CPMF: Ódio, rancor e maldade. Em um ato de insanidade, em uma noite que não tem explicação, tiraram mais de 150 bilhões da saúde. Digo todo dia que não vi nenhum produto no mercado com 0,38% de desconto”.

Lula: ódio, rancor e mágoa tiraram R$ 150 bi da Saúde | Conversa Afiada

domingo, 21 de novembro de 2010

Elite de SP não quer a CPMF. Prefere vender a Saúde Pública

Conversa Afiada
Publicado em 20/11/2010
Na foto, um pobre do Jardim Romano (alagado) faz o caminho de volta

No programa Entrevista Record Atualidade, que vai ao ar na RecordNews desta terça-feira, às 21h15, hora de Brasília, este ordinário blogueiro conversa com Cid Gomes.
Cid se re-elegeu governador do Ceará no primeiro turno com 62% dos votos.
Dilma teve no Ceará, no segundo turno, 77% dos votos.
Sob a liderança de Cid, a base do Governo elegeu os dois senadores – Eunício Oliveira e José Pimentel – e derrotou Tasso Jereissati que, por muitos anos, comandou a política cearense.
Cid Gomes foi dos primeiros a defender uma forma de CPMF.
Como Dilma e Lula na primeira entrevista depois da vitória retumbante.
A Saúde Pública no Brasil, diz Cid, tem muitas carências – e falta de dinheiro.
Seja lá o nome que tiver – CPMF ou “os ricos também amam”, sugere este ordinário blogueiro  – é preciso haver uma fonte permanente de recursos para a Saúde – é a tese de Cid e de todos os governantes responsáveis deste país (inclusive alguns tucanos e DEMOs).
A extinção da CPMF foi uma obra sinistra da aliança FHC-FIE P (*) – Arthur Virgílio Cardoso, que o povo do Amazonas relegou à insignificância.
Na categoria dos governantes responsáveis não parece encaixar-se o poste que Padim Pade Cerra elegeu prefeito de São Paulo.
Amigo navegante se lembrou do que leu no Estadão, quinta-feira, pág. C1:

“Kassab lança Parceria Público-Privada de R$ 6 bilhões para a área da Saúde.”

Por 15 anos, Kassab vai entregar à iniciativa privada a construção e a reforma de 16 hospitais da cidade de São Paulo.
“Concessão terceiriza 70% dos leitos de SP”, diz a manchete da página interna, C3.
É assim que funciona a elite de São Paulo (e, por definição, separatista) e os que em nome dela governam.
Poupam os ricos de pagar impostos.
Entregam aos ricos a administração de serviços públicos.
Deixam os ricos ganhar dinheiro com isso.
E os pobres … bem, os pobres … bem, os pobres, amigo navegante, isso não é problema da elite ou dos que em nome dela governam São Paulo.
O Kassab tem uma formula para resolver isso, como já tentou no Jardim Romano (alagado): pagar passagem de ida para os nordestinos saírem de São Paulo.
E o Padim Pade Cerra ainda queria ganhar a eleição no Ceará !
Paulo Henrique Amorim

(*) O Conversa Afiada prefere referir-se a FIE P, que na gestão de Paulo Skaf, lutou para acabar com a CPMF. A CPMF, como se sabe, era o melhor instrumento para rastrear o Caixa Dois, o “S” que, em alguns locais de São Paulo, se chama de “bahani”.

Elite de SP não quer a CPMF. Prefere vender a Saúde Pública | Conversa Afiada

sábado, 6 de novembro de 2010

Metade dos governadores querem a volta da CPMF

Os Amigos do Presidente Lula 
sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Pelo menos 13 dos 27 governadores eleitos defendem a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007.

Apesar de cinco governadores de oposição - dois do DEM e três do PSDB - se dizerem contra a medida, o mineiro Antonio Anastasia (PSDB) apoia a iniciativa: "A saúde é a chamada política pública de demanda infinita", disse. O Estado procurou os 27 governadores que continuarão no cargo ou tomarão posse em janeiro. Desses, quatro não foram localizados e quatro não quiseram se manifestar. O novo movimento em favor de um tributo para financiar a saúde pública tem a frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio do presidente Lula.

Praticamente todos os que defendem recriação de um imposto nos moldes da contribuição extinta pelo Senado em 2007 são da base governista, dos quais seis do PSB

Pelo menos 13 dos 27 governadores vencedores das eleições do mês passado defendem a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007. Apesar de cinco governadores de oposição - dois do DEM e três do PSDB - se dizerem contra a medida, um tucano apoiou a iniciativa liderada pelo PSB: o mineiro Antonio Anastasia.

Ojornal o Estado de São Paulo em sua matéria publicado hoje diz que procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Quatro não foram localizados e quatro não quiseram se manifestar. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela, que em 2007 chegou a dizer que "todos os governadores do PSDB" queriam a aprovação da CPMF.

Ontem, Anastasia lembrou que "a maioria esmagadora" dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A saúde é a chamada política pública de demanda infinita", disse o mineiro, que esteve com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) no santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

Mobilização

O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita Dilma Rousseff ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

"É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade", afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes.

Cid Gomes defende a regulamentação do artigo 29 da Constituição (conhecida como Emenda 29), que obriga União, Estados e Municípios a investirem mais em saúde, e também a aprovação do projeto que cria a Contribuição Social da Saúde, a CSS, com alíquota de 0,10% sobre as movimentações financeiras.

Ambas estão paradas na Câmara dos Deputados. "A vantagem desse projeto é que se trata de uma contribuição para a saúde dentro de recursos que já existem", disse o governador reeleito do Piauí, Wilson Martins.

O presidente nacional do PSB, e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, mostrou-se um dos mais empenhados pela recriação de um tributo exclusivo para financiar gastos com saúde. Pelos cálculos dele, o subfinanciamento do setor chega a R$ 51 bilhões. "Essa é uma questão que está na ordem do dia. Se precisar ser em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazer isso. Depois que baixou a CPMF, não vi cair o preço de nada", disse o pernambucano.

A mobilização, no entanto, não é consenso dentro do PSB. Deputados eleitos temem o prejuízo político de aprovar a criação de um novo tributo. "O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo", afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Reforma. O senador Renato Casagrande, eleito governador do Espírito Santo, foi o mais cauteloso ao falar sobre a iniciativa. Ele ponderou que a criação de novos tributos deve ocorrer dentro de uma reforma tributária. "Você onera de um lado e desonera de outro."

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR), também lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de um novo tributo. "O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla", disse Alckmin, anteontem.

Os Amigos do Presidente Lula: Metade dos governadores querem a volta da CPMF