Mostrando postagens com marcador USP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador USP. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Prof. Alckmin dá aula de democracia no Jornal Nacional


Tropa de Elite: Polícia de Alckmin não fica para trás. Não querendo perder para os cariocas em termos de segurança e seguindo os exemplos das UPPs no RJ, Alckmin põe ordem na USP e prende mais de 70 perigosos alunos porque eles acham que há abuso por parte da polícia. Imaginem só se é possível?      
O tiozão de Pinda mandou de madrugada sua tropa de negociação para fechar acordo com os alunos que tomaram a reitoria da USP. Em um exemplo cristão de preocupação com a moçada baderneira que poderia se machucar, os meganhas, a mando do religioso da Opus Dei, entraram gritando pros meninos: "Deita! Deita!"
Alckmin sabe negociar e tem comando sobre a polícia de SP como demonstrou em 2006 para Marcola e para o PCC. Na época ele já dava aulas de democracia para a tv americana NBC como no imperdível vídeo ao final.
E não é só isso! Essa gente branca e bonita, tendo o Serra como exceção, sabe o que é administrar. Em São Paulo, essa terra de gestão tucana há mais de duas décadas, todos sabem, é a locomotiva do país. Aqui, até o crime é mais organizado. E o Mestre Alckmin não deixou barato no JN. Passou um pito na molecada fumeta da USP: "Que negócio é esse de quebrar o patrimônio do povo paulista, uma das melhores universidades da América do Sul".

Eficiência e coragem: PM apreende arsenal de rebeldes USPianos
Alckmin e Serra se preocupam muito com a USP e sua qualidade. Não sei se tem a ver com o fato da universidade ter caído 84 posições no ranking mundial em dezembro de 2010 ou com o seu preço que vai cair caso queiram vendê-la. Mas na falta do que vender, Alckmin, bom gestor, busca ajuda da iniciativa privada em empresas sólidas como a Alstom ou mesmo poderá recorrer a empresas nacionais, como seu antecessor fazia com a Editora Abril. Essas parcerias são muito importantes para um governador tão empreendedor. 
Democracia: Alckmin manda negociadores
Mas ainda que não sobre mais nada do Estado de SP para o governador vender, na Assembleia Legislativa seria possível buscar saber um pouco com o Deputado e Secretário Bruno Covas sobre a venda de emendas. Mas o higiênico Governador preferiu aderir ao estilo faxineiro da Presidenta e tratou de varrer mais uma vez, qualquer possibilidade de uma CPI para investigar as denúncias do Dep. Barbieri. Também espanou qualquer notícia de destaque na velha mídia. A Veja até lavou as mãos sobre o assunto. E a Globo está muito ocupada colocando em pratos limpos a investigação de denúncias no Governo do DF que não é do mesmo partido do tucano, mestre em democracia. Os paulistas podem até ficar chateados de nunca ver a sua locomotiva nas manchetes do JN com a mesma notoriedade, mas dará graças ao seus líderes que trataram de limpar o caminho impedindo mais de 80 investigações.
Por isso que tem tanta gente que assiste o JN: para ficar bem informada!

domingo, 3 de abril de 2011

João e a USP: “Você não pode tratar desiguais como se fossem iguais”

É uma disgraça (é isso mesmo, revisor: uma disgraça)

image

- João, o que você acha desse bônus de 15% para aluno de escola pública que quiser entrar na USP ?
- Muito justo.
- Por que ?
- Você não vai querer que um aluno de escola pública vá disputar de igual para igual com um aluno de escola particular massa.
- Ué, mas o aluno da escola massa não tem nada a ver com isso.
- Como não ?
- Sim, o aluno da escola massa estuda e quer entrar na USP. Não tem nada a ver com a bagunça da escola pública.
- Mas, todos têm que ter as mesmas chances. Ninguém escolhe uma escola ruim porque quer, respondeu o João.
- Quem disse que todo mundo tem que ser igual ?
- Ninguém precisa dizer. Nós somos iguais. 
- Então quem é pobre tem que ter mais ?
- Você não pode tratar os desiguais de forma igual, respondeu o João, sem sair do Ipad.
- Quem te disse isso ?
- Eu acho.
- Explique seu raciocínio.
- Se você tratar os desiguais de forma igual o desigual será sempre desigual.
- E se você tratar o desigual de forma igual, o que muda, João ?
- O desigual fica igual.
- E os teus colegas do colégio (particular, em São Paulo). O que eles acham disso ?
- Acham péssimo, respondeu o João.
- Por que ?
- Porque com os 15% para o aluno da escola pública fica mais difícil para o aluno da escola particular.
- E eles não estão gostando nada disso, imaginei.
- Uma colega minha disse que isso é uma desgraça. Foi o que ela disse no Facebook.
- É razoável, João. Para ela é uma desgraça.
- Mas, “disgraça” com “i” – você acha razoável ?
João tem 16 anos e cursa um dos melhores colégios particulares de São Paulo.
O diálogo ao longo do jantar – ele não saía do Ipad – se deu a propósito desta notícia:
Saiu no G1:

USP aprova bônus de até 15% para alunos de escolas públicas na Fuvest

Alunos de escolas públicas vão fazer duas provas durante o ensino médio. Outras mudanças no vestibular serão votadas em nova reunião.
Vanessa Fajardo e Fernanda Nogueira Do G1, em São Paulo

A reunião do Conselho de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) terminou por volta das 16h50 desta quinta-feira (31) com a aprovação de um bônus maior nas notas dos estudantes de escolas públicas. Eles podem ganhar até 15% a mais na nota do vestibular de acordo com desempenho em duas provas do vestibular da primeira fase da Fuvest durante o ensino médio, uma no segundo e a outra no terceiro ano. Atualmente, o bônus máximo é de 12%.

Só terá direito a participar do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de São Paulo (Pasusp) o aluno que cursou os ensinos fundamental e médio exclusivamente em escola pública, mas que ainda esteja matriculado. No segundo ano do ensino médio, o estudante deverá prestar o vestibular como treineiro concorrendo ao bônus de acordo com o seu desempenho, que pode lhe valer até 5% de bônus. Para atingir este teto, ele terá de acertar 40 de 90 questões, porém ao fazer a prova terá 2% de bônus garantido, mesmo que não tenha conquistado nenhum ponto.

“Nosso objetivo é incentivar e aproximar cada vez mais o aluno escola pública da USP”, disse Telma Zorn, pró-reitora de graduação.
Esta bonificação faz parte do programa de inclusão de alunos de escola pública, o Inclusp. Implantado pela primeira vez no vestibular 2007, o Inclusp foi criado para aumentar a participação de estudantes de escolas públicas na universidade. Em 2010, essa parcela foi de 25,4% dos inscritos.

Em tempo: o Stanley Burburinho recomenda a leitura do editorial da Folha, na página 2 de hoje: A Folha constata que o ProUni toma estudantes da USP. A Folha descobre, também, que outras escolas públicas e privadas levam alunos da USP por causa da “qualidade”. Este ansioso blogueiro conclui: a USP paga o preço de 17 anos de Reinado tucano.
Paulo Henrique Amorim

Publicado em 01/04/2011 - João e a USP: “Você não pode tratar desiguais como se fossem iguais”

quinta-feira, 10 de março de 2011

Um em quatro aprovados desiste da USP. “Culpa” do Nunca Dantes

Na foto, o culpado pelas desistências na USP

image

Saiu na Folha:

Um em quatro aprovados desiste da USP
Dos 10.652 nomes da 1ª chamada do vestibular, 2.562 (ou 24%) não fizeram a matrícula; em 2005, foram 13%

Reitoria, escolas e MEC atribuem fato a aumento de vagas nas federais, seleção via Enem e bolsas e financiamentos

LAURA CAPRIGLIONE
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
A USP, maior universidade pública do país, cujo logotipo impresso em um diploma é símbolo de excelência, essa universidade foi, neste ano, esnobada por nada menos do que um em cada quatro alunos aprovados no vestibular.

Dos 10.652 nomes que constavam na primeira chamada da Fuvest (fundação para o vestibular), 2.562 não se apresentaram para a matrícula. O resultado dessa espécie de evasão instantânea é que nunca foi tão gorda a lista da segunda chamada.

Em 2005, de 9.567 aprovados na Fuvest, 1.243 desistiram da USP na primeira chamada -dava 13% do total.

Cursinhos, reitoria da USP e MEC atribuem o fenômeno:

1) à multiplicação de vagas nas universidades federais (e em algumas estaduais);
2) ao Sisu (Sistema de Seleção Unificada do ministério), pelo qual um estudante pode disputar vagas em várias universidades públicas, fazendo apenas uma prova (o Enem);
3) ao ProUni (bolsas de estudo na rede privada);
4) ao Fies (financiamento estudantil do governo federal), que concede empréstimos para pagamento de mensalidades a juros de 3,4% ao ano.
(…)

Leia a matéria na íntegra na Folha.
Clique aqui para ler “Pobre foge da USP. É o que a elite queria”.
E aqui para ler “USP cai 64 posições. Serra é um jenio”.

Um em quatro aprovados desiste da USP. “Culpa” do Nunca Dantes | Conversa Afiada

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

USP cai 84 posições no ranking mundial

Viomundo – O que você não vê na mídia
20 de dezembro de 2010

A política tucana para a USP

USP cai 84 posições no ranking mundial

por Conceição Lemes

Há tempos se ouvem rumores de que a qualidade de ensino das universidades estaduais paulistas está em queda. A Science Magazine, de 2 de dezembro, aumentou a suspeita. Na reportagem de seis páginas dedicada à ciência brasileira – foi a principal da edição —  a Universidade de São Paulo (USP), apesar de ter grande produção científica, não teve nenhuma pesquisa destacada.

A reportagem começou e terminou por Natal (RN). Mais precisamente no município Macaíba, que sedia o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra, mais conhecido como Centro do Cérebro, implantado pelos neurocientistas Miguel Nicolelis e Sidarta Ribeiro.

A reportagem destacou também, entre outras,  as pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Petrobras e da Amazônia.

A mídia brasileira, exceto o Correio Brasiliense, ignorou solenemente a edição 331 da Science , que foi festejada no exterior por cientistas que torcem pelo sucesso do Brasil. Pudera. A  Science é a mais prestigiosa revista de ciência do mundo, ao lado da Nature , inglesa.

Por que essa conduta, afinal a reportagem da Science foi um gol de placa da ciência brasileira?

Como o feito merecia supercobertura da mídia nativa, só restam hipóteses para o descaso com que tratou a façanha. Mesquinhez? Incompetência? Miopia jornalística? O fato de um projeto inovador de ciência estar brotando no Nordeste e não no Sul do Brasil? Façam as suas apostas.

Pior fez a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo — Fapesp. Proibiu a sua agência de  divulgar a proeza brasileira na Science. Inveja pela USP não ter sido destacada? Bancar avestruz como se não houvesse ciência de ponta sendo feita no Brasil além de São Paulo?

Mas nada como um dia após o outro. A verdade aparece. Documento obtido  pelo Viomundo mostra que o processo de declínio na qualidade da USP é mais intenso do que até os próprios críticos da USP no mundo acadêmico imaginavam.

O documento em questão é um relatório de avaliação institucional feito pela equipe do reitor da USP, professor João Grandino Rodas, assinado pelo vice-reitor e pelos pró-reitores  e enviado por e-mail a todos os docentes e funcionários.

“A antiga reitora, Suely Vilela, instituiu um prêmio de excelência acadêmica, que, na prática, é um bônus em dinheiro para a comunidade da USP”, explica-nos um funcionário da universidade. “Só que este ano não foi concedido. A explicação está na insuspeita confissão da equipe do professor Rodas, demonstrando que, na atual gestão, a USP perdeu várias posições no ranking acadêmico. É o resultado da implantação dos métodos da gestão tucana na Universidade. ”

O e-mail enviado aos professores está abaixo. Atente. Nos diversos ranqueamentos acadêmicos de universidades importantes no mundo, a USP perdeu posições em todos. No WEBOMETRICS, a USP caiu da posição 38ª, no segundo semestre de 2009, para 122ª, no segundo semestre de 2010.  Ou seja, rodou 84 posições escada abaixo.

PÉSSIMA NOTÍCIA PARA O RODAS: UNIVERSIDADE DO MÉXICO SUPERA A USP

Webometrics, como já dissemos,  é um dos ranqueamentos acadêmicos de universidades no mundo. Se considerarmos apenas a América Latina,  a USP está em segundo lugar. A primeira em qualidade é a Universidade Nacional Autônoma  do México.

Inegavelmente, uma péssima notícia  para o reitor João Grandino Rodas, ex-diretor da Faculdade de Direito da USP,   o segundo colocado da lista tríplice apresentada pelo Conselho Universitário ao então governador José Serra  (PSBD). Mesmo sendo o segundo,  ele foi  escolhido como reitor.

O professor Rodas segue à risca a filosofia do PSDB.  Com avaliação institucional, a USP deixou de pagar o bônus aos professores e funcionários e ainda os chamou de incompetentes.

O professor Rodas adota também a cartilha tucana de administração, pautada pela ausência de diálogo com a comunidade acadêmica e os funcionários.

Um de seus últimos atos de 2010 foi processar 24 alunos por militância política, o que tem motivado protestos na USP, como o Ato contra a Criminalização da Política e o Manifesto em Defesa da Política na USP.

Será que a USP ainda tem jeito? Será que vai reverter esse quadro desalentador?

USP cai 84 posições no ranking mundial | Viomundo - O que você não vê na mídia

Foto: Blog do Cappacete

domingo, 28 de novembro de 2010

A criminalização da política na USP

Viomundo - O que você não vê na mídia
26 de novembro de 2010 às 22:31

por Conceição Lemes

Na próxima terça-feira, às 13h,  quatro alunos que participaram da greve de 2007, quando houve a ocupação do prédio da Reitoria, vão depor no processo administrativo aberto pela Universidade de São Paulo, que visa a expulsá-los.
Na mesmo dia,  às 18h, estudantes, funcionários e professores uspianos farão, no prédio da História, um ato suprapartidário contra a criminalização da política na USP. As três entidades representativas participarão: Diretório Central dos Estudantes (DCE), Associação dos Docentes (Adusp) e do Sindicato dos Trabalhadores (Sintusp). Também representantes dos processados, professores da USP, Unicamp e Unesp.
“A USP contribuiu muito para o Brasil remover o entulho autoritário herdado da legislação da época da ditadura militar, porém não removeu o entulho autoritário dos seus estatutos”, denuncia Ricardo Musse, professor de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. “Nos últimos quatro anos houve crescente criminalização da política na universidade. Coincidiu com a chegada de José Serra (PSDB) ao governo do Estado de São Paulo.”
Vinte e quatro alunos estão ameaçados de expulsão. Além dos quatro de 2007,  há 20 da ocupação da Coseas (Coordenadoria de Assistência Social), em março de 2010, para reivindicar melhores condições de moradia. O processo administrativo contra os alunos ficou pronto na semana passada.
“Todos nós fomos surpreendidos com essa informação, até porque havia um acordo com ex-reitora, a professora Suely Vilela, de que não haveria punições pela ocupação e greve de 2007. Além disso, tem a questão do Coseas e do Sintusp, bem mais graves”, afirma o aluno Ricardo Maciel. “Por coincidência, a universidade deixou para divulgar só agora, quando as aulas estão quase no fim e a possibilidade de mobilização é menor. Tudo isso soa  perseguição política contra quem se antepõe de maneira mais enfática ao projeto encampado pela administração da USP.”
A USP está utilizando um decreto de 1972, portanto, gerado em plena ditadura militar para punir alguns alunos. Para outros, a USP está tirando os acontecimentos do contexto político, pedindo a punição por delitos como briga e depredação.
O jurista Fábio Konder Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito da USP, condena: “Eu não diria que o uso da legislação da ditadura é uma volta ao passado, porque todas as grandes instituições deste país, inclusive as universidades, têm longa e inabalada tradição oligárquica. Para que os ‘donos do poder’ continuem mandando, todos os meios são bons”.
O acordo a que se refere o estudante Ricardo Maciel, foi afiançado por cinco professores: Paulo Arantes, Francisco de Oliveira, João Adolfo Hansen, Luiz Renato Martins e István Jancsó (falecido). Há, segundo os professores, um documento assinado.
O professor Comparato põe o dedo na ferida: “Não saberia dizer se o compromisso assumido pela ex-reitora foi para valer, ou simplesmente para aparecer, segundo outra inabalada tradição brasileira”.

“NEM NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR ISSO HAVIA ACONTECIDO”
O fato é que alunos, funcionários e professores estão com medo de se manifestar politicamente, receando perseguição e punição.
“Outro dia uma colega que iria assinar um trabalho conosco pediu para tirar o nome dela na última hora”, exemplifica Musse. “Como estava ainda no estágio probatório, sentiu-se em risco.”
Essa semana houve eleição para o Sintusp. Foi proibida a colocação de uma urna no prédio da Reitoria.
“Agentes da guarda universitária da USP agrediram violentamente representantes do Sindicato, mesários e representantes das chapas em uma tentativa brutal de impedir a instalação na urna no prédio da reitoria”, informa o site do Sintusp. A urna acabou instalada na portaria principal do prédio.
“A eleição para composição da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da USP ocorre a cada 3 anos, e nunca houve tamanha repressão por parte da reitoria da Universidade de São Paulo”, prossegue a nota no site do Sintusp. “Nem mesmo na época da ditadura militar.”
A propósito, em 9 junho de 2009, por determinação do então governador José Serra, a tropa de choque invadiu o campus da Cidade Universitária para dispersar manifestação de alunos e professores em apoio à greve dos funcionários da USP. A polícia atirou balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta contra os manifestantes.
“Nem na época da ditadura militar”, relembra Musse, “isso havia acontecido.”
Leia também  Manifesto em defesa da política na Universidade de São Paulo

A criminalização da política na USP | Viomundo - O que você não vê na mídia

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ato na USP e mais apoios para Dilma

do Viomundo

O ato na Universidade de São Paulo 


Fotos da Conceição Oliveira, do Maria Frô.

Quem quiser sugerir outros vídeos, deixe sugestão nos comentários (no Viomundo)

 

Manifesto dos Juristas e Professores Universitários

Por um Brasil cada vez mais justo e igualitário; pelo meio ambiente equilibrado; pela defesa da liberdade religiosa e da livre manifestação de pensamento; pela defesa de nossa Constituição Social e Democrática de 1988; pela defesa dos movimentos sociais; pelo fim da miséria e redução da desigualdade social; por um Estado Republicano e presente na ordem social e econômica; por uma América Latina unida; por uma economia mais solidária; pela não privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, das Universidades Federais e demais entidades estratégicas; pela manutenção da independência do Ministério Público, das CPIs e da Polícia Federal na investigação de todo e qualquer rastro de corrupção; pelo ensino público e não mercantilizado; pela manutenção e ampliação das conquistas econômicas e sociais do Governo Lula; e por uma eleição sem boatos e calúnias; nós, juristas e professores universitários, abaixo-assinados, declaramos voto à candidatura de Dilma 13, neste segundo turno das eleições de 2010, para que ela seja a nossa primeira Presidenta do Brasil!
(…)
Celso Antônio Bandeira de Mello (Professor Emérito de Direito Administrativo da PUCSP)
Dalmo de Abreu Dallari (Professor Emérito de Direito Constitucional da USP)
Luiz Edson Fachin (Advogado e Professor da Faculdade de Direito da UFPR)
Carlos Frederico Marés de Souza Filho (Direito Ambiental da PUCPR)
Weida Zancaner (Direito Administrativo PUCSP)
Boaventura de Souza Santos (Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick)
(…)
Vejo quem mais assinou e como assinar no Blog da Dilma

Wagner Tiso e a nova versão do jingle de 1989

Ato na USP e mais apoios para Dilma

do Viomundo

O ato na Universidade de São Paulo 


Fotos da Conceição Oliveira, do Maria Frô.

Quem quiser sugerir outros vídeos, deixe sugestão nos comentários (no Viomundo)

 

Manifesto dos Juristas e Professores Universitários

Por um Brasil cada vez mais justo e igualitário; pelo meio ambiente equilibrado; pela defesa da liberdade religiosa e da livre manifestação de pensamento; pela defesa de nossa Constituição Social e Democrática de 1988; pela defesa dos movimentos sociais; pelo fim da miséria e redução da desigualdade social; por um Estado Republicano e presente na ordem social e econômica; por uma América Latina unida; por uma economia mais solidária; pela não privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, das Universidades Federais e demais entidades estratégicas; pela manutenção da independência do Ministério Público, das CPIs e da Polícia Federal na investigação de todo e qualquer rastro de corrupção; pelo ensino público e não mercantilizado; pela manutenção e ampliação das conquistas econômicas e sociais do Governo Lula; e por uma eleição sem boatos e calúnias; nós, juristas e professores universitários, abaixo-assinados, declaramos voto à candidatura de Dilma 13, neste segundo turno das eleições de 2010, para que ela seja a nossa primeira Presidenta do Brasil!
(…)
Celso Antônio Bandeira de Mello (Professor Emérito de Direito Administrativo da PUCSP)
Dalmo de Abreu Dallari (Professor Emérito de Direito Constitucional da USP)
Luiz Edson Fachin (Advogado e Professor da Faculdade de Direito da UFPR)
Carlos Frederico Marés de Souza Filho (Direito Ambiental da PUCPR)
Weida Zancaner (Direito Administrativo PUCSP)
Boaventura de Souza Santos (Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick)
(…)
Vejo quem mais assinou e como assinar no Blog da Dilma

Wagner Tiso e a nova versão do jingle de 1989