Mostrando postagens com marcador Pesquisas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisas. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de junho de 2011

Datafolha: Aprovação do governo Dilma sobe para 49%

Aprovação de Dilma resiste à inflação e crise, diz Datafolha

do UOL

A crise que levou à demissão do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e a alta da inflação não tiveram impacto negativo na aprovação do governo Dilma Rousseff.

Mas a imagem pessoal da presidente foi afetada, de acordo com a pesquisa. Houve ainda uma piora generalizada nas expectativas com a economia, principalmente em relação à inflação.

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 9 e 10 de junho mostra que 49% dos entrevistados consideram Dilma como ótima ou boa. No último levantamento, de março, eram 47%.

O levantamento revela também que a maioria dos brasileiros quer que o ex-presidente Lula opine nas decisões de Dilma.

A margem de erro da pesquisa, que ouviu 2.188 pessoas em todo o país, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Datafolha- Aprovação do governo Dilma sobe para 49% - Viomundo - O que você não vê na mídiaimage

terça-feira, 17 de maio de 2011

IBGE: negro se identifica cada vez mais como negro

Pereira Nunes: o auto reconhecimento dos negros e indígenas aumentou

image

Extraído do Blog do Planalto:

Brasil cresce mais em cidades de médio porte, diz presidente do IBGE
No programa “Brasil em Pauta” desta terça-feira (17/5), o diretor-presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, avaliou que uma das grandes informações positivas levantadas pelo Censo 2010 é que o processo de expansão demográfica do Brasil já não está mais concentrado nas grandes cidades brasileiras – como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre – mas se estendendo por uma quantidade importante de cidades de médio porte em todo o país, o que traz mais oportunidades de emprego para a sociedade. Um exemplo disso é a cidade de Rio das Ostras, que do ano 2000 para o ano de 2010 triplicou sua população, e foi o município que mais cresceu em todo o país.
Por outro lado, Pereira Nunes avalia como negativo o fato de o Brasil ainda ter cerca de 16 milhões de pessoas que vivem em uma faixa de renda considerada de extrema pobreza. O diretor-presidente do IBGE afirmou que o primeiro passo em relação à população brasileira considerada de extrema pobreza foi exatamente a identificação de cidadãos nessas condições de vida. Segundo ele, as informações coletadas pelo IBGE foram repassadas ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que está avaliando os dados e elaborando um programa voltado para esse grupo.
Mas o diretor-presidente do IBGE revela que embora se esteja falando de 16 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, essa pobreza não é homogênea no Brasil, pois em cada lugar ela tem características diferentes: no Maranhão é de uma natureza, na periferia de São Paulo é de outra, em Brasília é de outra natureza. E o que o governo federal está fazendo – não o IBGE, ressalta – é analisar as características socioeconômicas de cada um dos grandes grupos (analfabetos, idosos, sem acesso à saneamento etc) para estabelecer políticas públicas específicas.
Uma outra questão revelada pelo Censo, ao longo dos anos, é o processo cada vez maior de autoreconhecimento do brasileiro em relação à sua cor. Segundo Pereira Nunes, se compararmos o Censo de 2000 com o censo de 2010, houve um aumento da proporção da população que se declarou negra, assim como da que se declarou como indígena. Para se ter ideia, 1,2 milhão não declarou a sua própria cor no Censo de 2000. Esse número caiu para apenas 60 mil pessoas em 2010.
“Isso não quer dizer que a população desse grupo esteja crescendo mais que os demais, não. É simplesmente porque está havendo cada vez mais um autoreconhecimento de cada agrupamento específico (…) ou seja, cada qual se reconhecendo cada vez mais como um cidadão na própria sociedade.”
A questão da idade do brasileiro também é um fator, de acordo com o diretor-presidente do IBGE, que daqui para a frente também passará a fazer parte da agenda de todas as discussões de planejamento da sociedade brasileira para o futuro. A população brasileira está, proporcionalmente, apresentando um número maior de pessoas com mais idade, explicou.
“Só para se ter uma ideia, encontramos no Censo de 2010 cerca de 24 mil pessoas com mais de cem anos de idade.”
Na avaliação dele, a população está envelhecendo por dois motivos que são concomitantes: o cidadão está vivendo cada vez mais, a expectativa de vida está aumentando, e a taxa de fecundidade (dada pelo número médio de filhos que a mulher brasileira tem) está caindo, ou seja, estão nascendo menos crianças.
Pelos dados do IBGE, em 2000 o Brasil tinha 50 milhões de crianças de zero a 14 anos de idade; já em 2010 esse número caiu para 45 milhões. Ou seja, uma queda absoluta de 5 milhões em um país que aumentou – em termos absolutos – em 21 milhões de brasileiros: “Éramos 169 milhões em 2000, e somos 190 milhões em 2010″, esclarece Pereira Nunes. Nesse sentido, deverá haver uma mudança significativa no planejamento da sociedade, explica ele.
“Se eu olho para as próximas décadas eu vejo uma sociedade onde cada vez mais a atenção ao idoso, à saúde, a Previdência Social, o mercado de trabalho, tudo isso terá que levar em consideração uma sociedade envelhecida.”
Em relação à identificação do número atual de homossexuais no país, o diretor-presidente do IBGE explicou que houve a oportunidade de o cidadão responder sobre a sua relação de parentesco com a pessoa de referência do domicílio. Mas o modelo adotado pelo IBGE não conta o total da população que se declara espontaneamente homossexual mas, sim, os casais do mesmo sexo. “Em termos de casais do mesmo sexo, o que nós encontramos no Brasil foi exatamente o número de 60 mil pessoas nessa situação.”
Os dados apurados pelo IBGE sobre analfabetismo (número de pessoas com mais de 15 anos que declaram não saber ler ou escrever) identificaram um índice de 9,6% em 2010. Segundo Nunes, se hoje a taxa de analfabetismo é de 9,6%, cinquenta, quarenta anos atrás essa taxa era de 50% da população. O que aconteceu, explica o diretor do IBGE, é que essas pessoas de antigamente ingressaram no mercado de trabalho, constituíram família, envelheceram, e ainda hoje são os mesmos que compõem o contingente muito grande de analfabetos, ou seja, os que no passado eram jovens e analfabetos, são hoje os idosos e analfabetos.
Então, a taxa de analfabetismo de idosos no Brasil chega a 26% da população, de cada quatro pessoas com mais de 65 anos de idade, quase uma delas é analfabeta, explica Nunes. Já o analfabetismo da população em idade jovem, até 19 anos, por exemplo, é de 2%, o que significa que para o jovem e para a criança de hoje o acesso à escola está universalizado, e o desafio é outro.
“O desafio que o Brasil tem daqui para a frente não é abrir portas para colocar crianças na escola. As portas já existem. O que precisa é fechar as portas para impedir a evasão escolar e garantir um bom ensino para cada criança brasileira.”
De acordo com Pereira Nunes, o Censo 2010 – do ponto de vista do trabalho de campo, da contagem da população, e do tratamento dos dados – já está concluído. O documento pode ser baixado pela internet no endereço www.ibge.gov.br . A partir de agora, cada um dos temas será aprofundado, com análise do perfil da população, da família e de outros fatores. O diretor-presidente do IBGE informou também que daqui para a frente o Instituto fará uma série de publicações, e chamou a atenção para uma que, especificamente, será muito importante para o planejamento urbano das grandes cidades brasileiras: a que vai identificar, em cada bairro do município, as condições de habitação do cidadão. Pereira Nunes explicou que além de fazer perguntas sobre o cidadão e seu domicílio, o IBGE também estuda o entorno da localidade onde o cidadão habita, para saber se tem iluminação publica, saneamento básico, calçamento, arborização, e acessos para a mobilidade de pessoas portadoras de deficiência.
Na avaliação dele, “trata-se de uma série de informações que servem para o planejamento urbano, e para que o governo local possa tomar medidas para melhorar as condições de vida da população.”
Essas informações serão divulgadas pelo IBGE dentro de algumas semanas. Mas antes de divulgar, o Instituto vai discutir com os gestores de cerca de 375 prefeituras onde foram encontradas situações de habitação não adequadas (que são chamadas de aglomerados subnormais), para que eles conheçam a leitura feita pelo IBGE. “Mas isso não significa dizer que se a prefeitura discordar da leitura do IBGE, o IBGE vai mudar, não”, explicou.
“Se a prefeitura discordar e provar que o dado do IBGE não é como a gente está lendo, a gente vai rever. Não necessariamente a revisão implicará em refazer o trabalho que foi feito.”
IBGE- negro se identifica cada vez mais como negro - Conversa Afiada

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PT é o mais citado em todas as classes, especialmente na C

Com início dos debates sobre reforma política, pesquisa do Datafolha demonstra que PT tem preferência como partido para 26% de brasileiros, seguido do PMDB (6%) e PSDB (5%). Porém 54% não tem preferência por qualquer legenda. Na Classe C, o “povão” que FHC diz que nem adianta o PSDB correr atrás, o PT tem seu melhor resultado com 29% contra a variação de 6 a 8% do partido tucano. Mais dados do Datafolha foram informados pelo Blog Amigos do Presidente Lula.

image

PT supera PSDB em briga pela nova classe média

O PT largou na frente do PSDB na disputa pelos votos da chamada nova classe média, faixa que reúne as famílias com renda mensal entre três e dez salários mínimos.Dados da última pesquisa Datafolha mostram que os eleitores deste segmento social, também conhecido como classe C, são os que mais dizem preferir o PT entre todos os partidos políticos.

O PSDB tem o melhor desempenho entre os brasileiros mais ricos, com renda familiar acima de dez salários.A nova classe média virou sonho de consumo das duas legendas, que se revezam no poder desde 1995.

Nas últimas semanas, os ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) a descreveram como o principal alvo a ser perseguido por seus partidos.Proporcionalmente, os eleitores que formam a base da classe C são os que mais dizem preferir o PT.

A sigla é citada como a mais admirada por 32% dos entrevistados com renda de três a cinco salários mínimos (entre R$ 1.636 e R$ 2.725).

GRATIDÃO

Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, o resultado reflete a "gratidão" de brasileiros recém-saídos da pobreza, que ascenderam socialmente nos anos Lula."São eleitores que acabaram de ganhar acesso aos bens de consumo e creditam sua ascensão social nos últimos anos a Lula e ao PT."

Os petistas alcançam seu segundo melhor resultado (29%) entre os eleitores com renda familiar de cinco a dez salários (R$ 2.726 a R$ 5.450).

Na fatia mais pobre, com orçamento até dois salários (R$ 1.090), a sigla tem 23%. Esta é a faixa mais alheia ao jogo partidário: 58% não têm uma legenda favorita.O menor índice do PT é justamente entre os mais ricos, com rendimento acima de dez salários (R$ 5.450).

Nesta faixa, que compõe as chamadas classes A e B, o partido é citado como o mais admirado por apenas 16%. Isso inclui a elite econômica e a classe média tradicional.O PSDB alcança seu melhor índice (10%) entre os eleitores da classe B, com renda entre dez e vinte salários (R$ 5.451 a R$ 10.900).

O pior resultado dos tucanos aparece entre os mais pobres. O partido é citado como o favorito por apenas 4% dos brasileiros das classes D e E.Na classe C, as citações oscilam entre 6% e 8%, conforme a faixa salarial.

Em artigo recente, o ex-presidente FHC disse que o PSDB "falará sozinho" se tentar disputar o "povão" com o PT e deve se concentrar na nova classe média."É um desafio grande", diz Paulino. "O PSDB terá que encontrar um discurso para esses eleitores, que querem garantias de que continuarão a melhorar de vida."

Pouco mais da maioria dos entrevistados (54%) diz não preferir nenhuma legenda. Estes eleitores tendem a escolher os candidatos sem considerar seus partidos.O PT aparece à frente das outras siglas em todas as faixas de renda. No total, registra 26% de preferência, contra 6% do PMDB (sem candidato à Presidência desde 1994) e 5% do PSDB.

No debate da reforma política, o PT defende a adoção da lista fechada, em que o eleitor só pode votar na sigla em eleições parlamentares. Nas condições atuais, isso daria mais vagas a petistas.
Na Folha para assinantes...Para os leitores que enviaram emails pedindo a publicação Por: Helena™

Os Amigos do Presidente Lula- PT supera PSDB em briga pela nova classe média

domingo, 3 de abril de 2011

Globope da Dilma leva PiG e tucanos ao colapso

Na foto, um tucano que acredita em pesquisa

image

O Conversa Afiada não acredita em pesquisa.
O Conversa Afiada acredita menos ainda no Globope e no Datafalha.
O Conversa Afiada, porém, acha que faz bem à saúde irritar o PiG (*) e os tucanos.
Por isso, oferece ao amigo navegante esse adocicado aperitivo para abrir o fim de semana.
Hoje saiu o Globope sobre os três primeiros meses da Dilma: 56% de ótimo ou bom – clique aqui para ler.
No mesmo Globope, nos três primeiros meses de 2003, o Nunca Dantes teve 51%.
Há poucos dias, o Datafalha mostrou que a presidenta teve nos três primeiros meses 47%.
O mesmo Datafalha registrou para os três primeiros meses do primeiro governo Lula 41%.
Quer dizer: a JK de saias ganha do Nunca Dantes.
Isso vai provocar uma reação ainda mais profunda do que o simples ato de cortar os pulsos.
Não será surpresa para este ansioso blogueiro se o próximo programa do PSDB na televisão exibir um ritual de haraquiri coletivo.
Clique aqui para ler “PiG, bancos e PSDB querem juros na veia”.
Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

terça-feira, 22 de março de 2011

Dilma iguala popularidade de Lula em início de governo

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff é aprovada por 47% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 15 e 16 deste mês.

Com essa taxa de popularidade, iguala-se ao recorde registrado por Luiz Inácio Lula da Silva nesta mesma época no segundo mandato de seu antecessor no Planalto.

Lula teve 43% de aprovação no terceiro mês de seu primeiro mandato, em março de 2003. Depois, bateu um recorde de aprovação presidencial em início de governo em março de 2007, com 48%.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, Dilma com seus 47% hoje se iguala tecnicamente aos 48% de Lula em 2007. Desta vez, o instituto entrevistou 3.767 pessoas em 179 municípios.

Dilma supera em popularidade todos os antecessores de Lula, segundo o Datafolha, quando se considera esta fase inicial do mandato.

O instituto faz pesquisas nacionais desde 1990. Em junho daquele ano (a posse então era em março), Fernando Collor tinha 36% de aprovação. Itamar Franco, que assumiu após o processo de impeachment de Collor, teve 34% depois de três meses.

Fernando Henrique Cardoso, eleito em 1994 e reeleito em 1998, no início de seus governos teve aprovação de 39% e 21%, respectivamente.

Na pesquisa divulgada hoje, o Datafolha registra 7% que consideram a gestão de Dilma ruim ou péssima. Outros 34% a classificam como regular. Há também 12% que não souberam opinar.

DIFERENÇAS

Há poucos aspectos negativos para Dilma no levantamento. Mas há alguns sinais que a diferenciam de Lula.

Quando o Datafolha indagou aos entrevistados sobre quem são os mais favorecidos no governo Dilma, no topo da lista, com 23%, aparecem os políticos --apesar de a presidente ter tido um comportamento mais duro com o Congresso em relação ao antecessor. Os trabalhadores vêm a seguir, com 17%. No mesmo patamar estão indústria (14%) e bancos (13%).

Lula, em 2003, exalava uma imagem diferente: para 31%, os mais beneficiados pelo antecessor de Dilma eram os trabalhadores. Em seguida, vinham a agricultura (20%) e os políticos (13%).

Outro aspecto diferente entre Dilma e Lula aparece quando os entrevistados são instados a dizer, de maneira espontânea, quais são os maiores problemas do país.

Há oito anos, sob Lula, os brasileiros apontavam o desemprego (31%), a fome e a miséria (22%) como os maiores problemas do país. Hoje, estão no topo da lista a saúde (31%) e a violência (16%).

Tal como Lula, Dilma tem maior taxa de aprovação no Nordeste. Mas não há a grande assimetria muitas vezes registrada no passado.

Entre os nordestinos, Dilma tem 50% de aprovação. No Sul, Norte e no Centro-Oeste, sua marca é 44%. No Sudeste, 47%. Quando o entrevistado dá uma nota de zero a dez, a média obtida por Dilma é 6,9. Mas ela tem 7,3 no Nordeste e 6,6 no Sul.

A presidente tem sempre enfatizado seu interesse em priorizar a educação. Um comercial federal na TV exaltou nas últimas semanas os feitos na área, que acabou sendo percebida como a de melhor desempenho da petista.

Primeira mulher a ocupar o Planalto, Dilma tem aprovação maior (51%) entre as brasileiras do que entre os brasileiros (43%).

A expectativa dos eleitores em relação a Dilma é grande. Para 78% ela fará um governo ótimo ou bom --uma taxa maior do que a de Lula no início do primeiro mandato (76%) e superior à de FHC no mesmo período (48%).

Editoria de Arte/Folhapress

Folha.com - 20/03/2011 - 08h00

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Popularidade de Lula é recorde mundial, diz CNT/Sensus

Os Amigos do Presidente Lula

A popularidade do Presidente Lula que encerra oito anos de governo com 87% de aprovação, é a maior do mundo, afirmou nesta quarta-feira (29) o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade.

Segundo Andrade, Lula está à frente da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que tinha 84% de aprovação quando deixou o governo, e do ex-mandatário uruguaio Tabaré Vázquez, que teve 80% ao final do mandato.

O presidente da CNT também comparou o desemprenho de Lula com líderes mundiais históricos, entre os quais o primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela, que teve 82% de aprovação, o ex-presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, com 66%, e o francês Charles De Gaulle, 55%.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), antecessor de Lula, tinha 26% de aprovação após dois mandatos, segundo levantamento da CNT/Sensus de 2001.

Os Amigos do Presidente Lula: Popularidade de Lula é recorde mundial, diz CNT/Sensus

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Os números do Presidente

Os Amigos do Presidente Lula

Nos últimos dias, foram divulgadas três pesquisas nacionais. Realizadas por Vox Populi, Ibope e Datafolha, cada uma enfatizou determinado conjunto de temas e usou metodologia e amostra diferentes.
Todas, no entanto, chegaram a um mesmo resultado: Lula encerra o ano e seus dois mandatos como presidente com a popularidade em ascensão. Os resultados que ele alcançou em dezembro são os melhores desde o início de 2003, na série de cada instituto.
Tomemos os números daquele de que as oposições mais gostam, conforme revelaram durante a campanha. Segundo o Datafolha, o governo Lula foi avaliado como "ótimo" ou "bom" por 83% dos entrevistados, sendo que 13% afirmaram que é "regular". Os 4% restantes disseram que é "ruim" ou "péssimo".
É um resultado extraordinário, por, pelo menos, duas razões. Em primeiro lugar, mostra que a avaliação positiva que Lula atinge na saída é quase o dobro da que obtinha na entrada, pois, em março de 2003, "apenas" 43% das pessoas, de acordo com o mesmo instituto, faziam juízo positivo do governo.
Note-se que esses números eram consensualmente considerados muito bons pelos analistas políticos: representavam o triplo da aprovação que Fernando Henrique tinha no encerramento de seu período e mostravam como eram favoráveis (e elevadas) as expectativas da sociedade brasileira em relação a Lula e à chegada do PT ao poder.
Seria possível dizer que quem somente torcia por Lula naquele começo de governo hoje confirma as expectativas positivas que tinha. Oito anos mais tarde, essas pessoas devem se sentir satisfeitas quando chegam à conclusão que o governo deu certo.
Quase todas as 40% que o avaliavam como regular, ao que parece, se converteram ao "lulismo de resultados", assim como os 7% que não sabiam o que dizer. Os 10% que, naquele distante março de 2003, achavam o governo ruim ou péssimo minguaram para os 4% de agora.
O segundo motivo para afirmar que as pesquisas de dezembro são extraordinárias é a contínua tendência de melhora da popularidade presidencial. Ou seja, não apenas os números de Lula são elevados, como tenderam a subir constantemente.
Olhando a série de todos os institutos, verifica-se que a popularidade cresceu na campanha de 2006 (recuperando-se da crise do mensalão) e se manteve estável ao longo de 2007. De 2008 em diante, no entanto, ela só aumentou, batendo recorde após recorde, em performances que ninguém achava que serias sustentáveis (pelo que consta, nem Lula acreditava que conseguiria).
Foi possível explicar essa tendência, em 2008, pelo ambiente da eleição municipal, em que ninguém se arriscou a questionar o governo, exatamente por ele ser popular. Mas esse argumento não serve para 2009 e, em especial, para 2010.
Nas eleições que acabamos de fazer, a oposição usou todos os argumentos que quis, em palanques, na propaganda eleitoral e em debates, e contou com a ajuda sempre obsequiosa da chamada "grande imprensa". Quem analisou a cobertura dos "grandes jornais" (impressos e televisivos) de São Paulo e do Rio, já mostrou quão desfavorável foi a Lula e ao governo (e a Dilma, naturalmente).
Não seria, em função disso, surpreendente que a popularidade caísse. Mas ela não apenas não caiu, como subiu ainda mais.
Chegam a ser engraçadas algumas especulações sobre o futuro de Lula. Parte de nossos observadores não sabe o que dizer de um personagem como ele e teima em enquadrá-lo no figurino de seus antecessores. Esquecem-se, porém, que todos saíram do governo com alto nível de desgaste (salvo Itamar, mas seu período foi tão excepcional que é difícil compará-lo). Em outras palavras: ex-presidentes que a vasta maioria do país queria ver pelas costas.
Daqui a 10 dias, Lula será algo que não tivemos em nossa história, um ex-presidente querido e respeitado por quase todo mundo. Parecido com ele, o único é Juscelino.
A diferença é que JK só chegou a esse ponto depois de morrer, quando já era tarde. Lula está vivinho da silva e tem um largo caminho pela frente.(Marcos Coimbra)

Os Amigos do Presidente Lula: Os números do Presidente

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Unesco: Brasil duplicou a produção científica entre 2002 e 2008

Do Blog Brasil! Brasil!
12/Nov/2010

Brasília Confidencial
O Relatório UNESCO sobre Ciência 2010  aponta que o Brasil duplicou a produção científica, entre 2002 e 2008, saltando de 12,5 mil pesquisas para 26,4 mil. Com isso, o país ocupa hoje o 13º lugar no ranking dos países que mais publicam artigos científicos.
“Esse é um dado relativamente novo e mostra que realmente o Brasil é um país emergente e que tem o seu lugar no mundo da ciência”, analisa o representante daUnesco no Brasil, Vincent Defourny.
Em 2002, 78,1 mil pesquisadores atuavam no Brasil. Em 2007, esse número chegou a 124,9 mil pesquisadores. Resultado de uma política educacional que forma, a cada ano, 11,3 mil novos doutores nas universidades brasileiras. Bem melhor do que há 30 anos, quando apenas 500 conseguiam o título.
“Numa sociedade que é cada vez mais baseada no conhecimento, a pesquisa é fundamental. Isso tem tudo a ver com o desenvolvimento de uma nação”, explica Defourny. Atualmente, o país investe US$ 23 bilhões por ano na produção científica, o equivalente a 1,1% do PIB. Percentual idêntico a países como Itália e Espanha.”
Acesse o relatório completo!

domingo, 31 de outubro de 2010

Boca de urna do Ibope mostra Dilma com 57% e Serra com 43%

do Folha.com
31/10/2010 - 17h35

PUBLICIDADE

DE BRASÍLIA

A pesquisa de boca de urna apurada pelo Ibope neste domingo trará Dilma Rousseff à frente do tucano José Serra com folga. Segundo a Folha apurou, Dilma recebeu 57% dos votos e Serra, 43%.

No primeiro turno, o Ibope apontava indefinição do quadro. No dia 3 de outubro, a petista recebeu 51% das intenções de voto. José Serra obteve 30%. A eleição acabou indo para o segundo turno.

leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/poder/823381-boca-de-urna-do-ibope-mostra-dilma-com-57-e-serra-com-43.shtml

Boca de urna do Ibope mostra Dilma com 57% e Serra com 43%

do Folha.com
31/10/2010 - 17h35

PUBLICIDADE

DE BRASÍLIA

A pesquisa de boca de urna apurada pelo Ibope neste domingo trará Dilma Rousseff à frente do tucano José Serra com folga. Segundo a Folha apurou, Dilma recebeu 57% dos votos e Serra, 43%.

No primeiro turno, o Ibope apontava indefinição do quadro. No dia 3 de outubro, a petista recebeu 51% das intenções de voto. José Serra obteve 30%. A eleição acabou indo para o segundo turno.

leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/poder/823381-boca-de-urna-do-ibope-mostra-dilma-com-57-e-serra-com-43.shtml

sábado, 30 de outubro de 2010

Datafolha: Dilma chega a 51%, Serra marca 41% - Eleições - iG

Se considerados apenas os votos válidos, petista atinge 55% das intenções um dia antes das eleições

iG São Paulo | 30/10/2010 20:27

Segundo o instituto Datafolha, caso as eleições fossem hoje, a candidata do PT à Presidência da República Dilma Rousseff seria eleita com 51% dos votos contra 41% do candidato do PSDB, José Serra. A pesquisa, realizada ontem e hoje, mostra resultados estáveis, com os dois candidatos oscilando (cada) apenas um ponto positivamente desde quinta-feira.
A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais. O percentual de indecisos se manteve em 4%. Os eleitores decididos a votar em branco, nulo ou nenhum também atingem 4%. Quando analisados apenas os votos válidos, Dilma tem 55% dos votos válidos. A candidata está dez pontos à frente de José Serra (PSDB), que pontuou 45%.
Em levantamento realizado pelo mesmo instituto nesta última quinta-feira, Dilma tinha 56% e oscilou negativamente um ponto. Serra atingia 44% e atingiu um ponto para cima. De acordo com o instituto, do ponto de vista estatístico, é impossível afirmar se houve ou não variação no período.
O Datafolha entrevistou 6.554 pessoas neste sábado, um número maior do que o de outras sondagens recentes. A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela Rede Globo e está registrada no TSE sob o número 37903/2010.

Datafolha: Dilma chega a 51%, Serra marca 41% - Eleições - iG

Ibope: Dilma atinge 52%, Serra chega a 40% - Eleições - iG

Petista tem 56% dos votos válidos, contra 44% de tucano

iG São Paulo | 30/10/2010 20:42

Levantamento divulgado pelo Ibope neste sábado mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 52% do total de votos. Segundo o instituto, o candidato do PSDB, José Serra, receberia hoje 40% dos votos computados nas urnas. Brancos ou nulos atingiram 5%, enquanto os indecisos representaram 3% dos entrevistados.
Considerados apenas os votos válidos – índice que exclui brancos, nulos e indecisos –, Dilma chega à marca de 56%, contra 44% de Serra. Foram realizadas 3.010 entrevistas, hoje, pelo instituto. A pesquisa foi registrada no TSE pelo número 37.917/2010. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Ibope: Dilma atinge 52%, Serra chega a 40% - Eleições - iG

Ibope: Dilma atinge 52%, Serra chega a 40% - Eleições - iG

Petista tem 56% dos votos válidos, contra 44% de tucano

iG São Paulo | 30/10/2010 20:42

Levantamento divulgado pelo Ibope neste sábado mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 52% do total de votos. Segundo o instituto, o candidato do PSDB, José Serra, receberia hoje 40% dos votos computados nas urnas. Brancos ou nulos atingiram 5%, enquanto os indecisos representaram 3% dos entrevistados.
Considerados apenas os votos válidos – índice que exclui brancos, nulos e indecisos –, Dilma chega à marca de 56%, contra 44% de Serra. Foram realizadas 3.010 entrevistas, hoje, pelo instituto. A pesquisa foi registrada no TSE pelo número 37.917/2010. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

Ibope: Dilma atinge 52%, Serra chega a 40% - Eleições - iG

Datafolha: Dilma chega a 51%, Serra marca 41% - Eleições - iG

Se considerados apenas os votos válidos, petista atinge 55% das intenções um dia antes das eleições

iG São Paulo | 30/10/2010 20:27

Segundo o instituto Datafolha, caso as eleições fossem hoje, a candidata do PT à Presidência da República Dilma Rousseff seria eleita com 51% dos votos contra 41% do candidato do PSDB, José Serra. A pesquisa, realizada ontem e hoje, mostra resultados estáveis, com os dois candidatos oscilando (cada) apenas um ponto positivamente desde quinta-feira.
A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais. O percentual de indecisos se manteve em 4%. Os eleitores decididos a votar em branco, nulo ou nenhum também atingem 4%. Quando analisados apenas os votos válidos, Dilma tem 55% dos votos válidos. A candidata está dez pontos à frente de José Serra (PSDB), que pontuou 45%.
Em levantamento realizado pelo mesmo instituto nesta última quinta-feira, Dilma tinha 56% e oscilou negativamente um ponto. Serra atingia 44% e atingiu um ponto para cima. De acordo com o instituto, do ponto de vista estatístico, é impossível afirmar se houve ou não variação no período.
O Datafolha entrevistou 6.554 pessoas neste sábado, um número maior do que o de outras sondagens recentes. A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela Rede Globo e está registrada no TSE sob o número 37903/2010.

Datafolha: Dilma chega a 51%, Serra marca 41% - Eleições - iG

Vox Populi: Dilma tem 51%, Serra tem 39%, indecisos 5% - Eleições - iG

Na véspera da eleição, candidata petista tem 57% do votos válidos, contra 43% registrados pelo tucano

Matheus Pichonelli, iG São Paulo | 30/10/2010 19:43

Na última pesquisa Vox Populi/iG antes do segundo turno, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, confirma a dianteira de 12 pontos sobre o adversário tucano José Serra evidenciada nos demais levantamentos de intenção de voto. De acordo com os números coletados neste sábado pelo instituto, Dilma tem 51% das intenções de voto, enquanto Serra contabiliza 39%. A um dia da ida às urnas, o número de indecisos totaliza 5%, enquanto brancos e nulos chegam em 5%.

Quando o instituto considera apenas os votos válidos - ou seja, não inclui indecisos, brancos e nulos - Dilma apaece com 57%, enquanto o tucano fica com 43%.

Os números divulgados hoje apontam uma ampliação da vantagem de Dilma sobre Serra. Na última pesquisa Vox Populi/iG, divulgada em 25 de outubro, a petista tinha 49% considerado o total das intenções de votos contabilizadas, dois pontos a menos do que no novo levantamento. Serra, por sua vez, manteve-se estável, já que tinha 38% na pesquisa anterior.

A pesquisa ouviu 3.000 mil eleitores neste sábado e possui margem de erro de 1,8 ponto porcentual, para mais ou para menos. Os dados do levantamento foram registrados na Justiça Eleitoral sob número  37.844/10.

O instituto apontou também que, na véspera da eleição, 90% do eleitorado dizem já ter certeza da escolha de seu candidato para presidente. O índice é maior entre eleitores da petista (94%). Entre eleitores de Serra, 89% afirmam estar certos do voto.

O Vox Populi apontou ainda que 49% dos eleitores assistiram a pelo menos um debate entre os candidatos na TV. Entre esse grupo, 47% dizem que Dilma se saiu melhor nos confrontos, contra 40% que afirmaram o mesmo sobre o desempenho de Serra. A região onde mais eleitores acompanharam os debates televisionados foi o Nordeste: 52%.

A campanha de Dilma também tem maior índice de avaliação positiva (43%) em comparação com a do tucano (32%).

Serra vence entre ricos e evangélicos

Ainda de acordo com a pesquisa, a candidata petista está à frente do tucano em todas as regiões do País, exceto o Sul, onde Serra chega à reta final da campanha em vantagem (49% a 41%). Já entre os nordestinos Dilma seria eleita com 66% dos votos contra 28%.

Dilma aparece à frente também em cidades pequenas, médias, grandes, na zona rural e nas capitais. A maioria de seu eleitorado é formada por homens (55% e 48% mulheres), enquanto Serra tem mais apoio do eleitorado feminino (40%) do que masculino (37%).

Entre os segmentos da sociedade o presidenciável tucano aparece à frente entre eleitores com ensino superior (49% a 41%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (46% a 43%). Serra tem também mais apoio entre eleitores evangélicos (46% a 44%) e entre os que se dizem de outras religiões (além da católica): 47% a 42%.

Dilma lidera entre católicos praticantes (55%) e não praticantes (53%). A ex-ministra tem mais apoio, no entanto, entre eleitores que afirmam não ter religião: 56% contra 29% de Serra.

Os dois candidatos tem 44% dos votos dos candidatos que se declaram negros. Dilma é a candidata favorita entre eleitores negros: 60% contra 32%.

Vox Populi: Dilma tem 51%, Serra tem 39%, indecisos 5% - Eleições - iG

Na véspera da eleição, candidata petista tem 57% do votos válidos, contra 43% registrados pelo tucano

Matheus Pichonelli, iG São Paulo | 30/10/2010 19:43

Na última pesquisa Vox Populi/iG antes do segundo turno, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, confirma a dianteira de 12 pontos sobre o adversário tucano José Serra evidenciada nos demais levantamentos de intenção de voto. De acordo com os números coletados neste sábado pelo instituto, Dilma tem 51% das intenções de voto, enquanto Serra contabiliza 39%. A um dia da ida às urnas, o número de indecisos totaliza 5%, enquanto brancos e nulos chegam em 5%.

Quando o instituto considera apenas os votos válidos - ou seja, não inclui indecisos, brancos e nulos - Dilma apaece com 57%, enquanto o tucano fica com 43%.

Os números divulgados hoje apontam uma ampliação da vantagem de Dilma sobre Serra. Na última pesquisa Vox Populi/iG, divulgada em 25 de outubro, a petista tinha 49% considerado o total das intenções de votos contabilizadas, dois pontos a menos do que no novo levantamento. Serra, por sua vez, manteve-se estável, já que tinha 38% na pesquisa anterior.

A pesquisa ouviu 3.000 mil eleitores neste sábado e possui margem de erro de 1,8 ponto porcentual, para mais ou para menos. Os dados do levantamento foram registrados na Justiça Eleitoral sob número  37.844/10.

O instituto apontou também que, na véspera da eleição, 90% do eleitorado dizem já ter certeza da escolha de seu candidato para presidente. O índice é maior entre eleitores da petista (94%). Entre eleitores de Serra, 89% afirmam estar certos do voto.

O Vox Populi apontou ainda que 49% dos eleitores assistiram a pelo menos um debate entre os candidatos na TV. Entre esse grupo, 47% dizem que Dilma se saiu melhor nos confrontos, contra 40% que afirmaram o mesmo sobre o desempenho de Serra. A região onde mais eleitores acompanharam os debates televisionados foi o Nordeste: 52%.

A campanha de Dilma também tem maior índice de avaliação positiva (43%) em comparação com a do tucano (32%).

Serra vence entre ricos e evangélicos

Ainda de acordo com a pesquisa, a candidata petista está à frente do tucano em todas as regiões do País, exceto o Sul, onde Serra chega à reta final da campanha em vantagem (49% a 41%). Já entre os nordestinos Dilma seria eleita com 66% dos votos contra 28%.

Dilma aparece à frente também em cidades pequenas, médias, grandes, na zona rural e nas capitais. A maioria de seu eleitorado é formada por homens (55% e 48% mulheres), enquanto Serra tem mais apoio do eleitorado feminino (40%) do que masculino (37%).

Entre os segmentos da sociedade o presidenciável tucano aparece à frente entre eleitores com ensino superior (49% a 41%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (46% a 43%). Serra tem também mais apoio entre eleitores evangélicos (46% a 44%) e entre os que se dizem de outras religiões (além da católica): 47% a 42%.

Dilma lidera entre católicos praticantes (55%) e não praticantes (53%). A ex-ministra tem mais apoio, no entanto, entre eleitores que afirmam não ter religião: 56% contra 29% de Serra.

Os dois candidatos tem 44% dos votos dos candidatos que se declaram negros. Dilma é a candidata favorita entre eleitores negros: 60% contra 32%.

CNT/Sensus: Dilma chega a 57,2% dos votos válidos; Serra tem 42,8%

30 de outubro de 2010 16h18 atualizado às 16h31

Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada neste sábado (30) mostra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 57,2% dos votos válidos contra 42,8% de seu adversário, José Serra (PSDB). No levantamento anterior, divulgado no último dia 27, a candidata petista tinha 58,6% dos votos válidos contra 41,4% de Serra.

Considerando os votos totais, quando são contabilizados os indecisos e os votos brancos e nulos, Dilma soma 50,3% das intenções e Serra, 37,6%. Na pesquisa anterior, a petista somava 46,8% contra 41,8% do tucano.

No novo levantamento, 7,9% dos entrevistados disseram estar indecisos e 4,1% afirmaram votar em branco ou nulo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 29 de outubro, com 2.000 entrevistados em todo País, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 25 de outubro de 2010, sob o número 37919/2010.

CNT/Sensus: Dilma chega a 57,2% dos votos válidos; Serra tem 42,8%

CNT/Sensus: Dilma chega a 57,2% dos votos válidos; Serra tem 42,8%

30 de outubro de 2010 16h18 atualizado às 16h31

Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada neste sábado (30) mostra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 57,2% dos votos válidos contra 42,8% de seu adversário, José Serra (PSDB). No levantamento anterior, divulgado no último dia 27, a candidata petista tinha 58,6% dos votos válidos contra 41,4% de Serra.

Considerando os votos totais, quando são contabilizados os indecisos e os votos brancos e nulos, Dilma soma 50,3% das intenções e Serra, 37,6%. Na pesquisa anterior, a petista somava 46,8% contra 41,8% do tucano.

No novo levantamento, 7,9% dos entrevistados disseram estar indecisos e 4,1% afirmaram votar em branco ou nulo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 29 de outubro, com 2.000 entrevistados em todo País, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 25 de outubro de 2010, sob o número 37919/2010.

CNT/Sensus: Dilma chega a 57,2% dos votos válidos; Serra tem 42,8%

sábado, 16 de outubro de 2010

Dilma tem 54% dos votos válidos, e Serra, 46%, aponta o Datafolha

Os Amigos do Presidente Lula:
sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Datafolha divulgou na noite desta sexta-feira (15) sua segunda pesquisa presidencial no segundo turno das eleições deste ano. Segundo o instituto, a candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 54% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), e o candidato do PSDB, José Serra, 46%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que Dilma pode ter de 52% a 56%, e Serra, de 44% a 48%.
Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha no segundo turno, divulgada no último dia 10, Dilma registrou também 54% dos votos válidos contra 46% de Serra.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 35746/2010. O Datafolha fez 3.281 entrevistas na quinta-feira (14) e na sexta-feira (15).

Votos totais
Considerando-se os votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), a petista tem 47%, e o tucano, 41%. Brancos e nulos somam 4%, e 8% disseram não saber em quem votar.
Na pesquisa anterior, Dilma registrou 48%, e Serra, 41%. Brancos e nulos somaram 4%, e indecisos, 7%.

Os Amigos do Presidente Lula: Dilma tem 54% dos votos válidos, e Serra, 46%, aponta o Datafolha

Dilma tem 54% dos votos válidos, e Serra, 46%, aponta o Datafolha

Os Amigos do Presidente Lula:
sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Datafolha divulgou na noite desta sexta-feira (15) sua segunda pesquisa presidencial no segundo turno das eleições deste ano. Segundo o instituto, a candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 54% dos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos), e o candidato do PSDB, José Serra, 46%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que Dilma pode ter de 52% a 56%, e Serra, de 44% a 48%.
Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha no segundo turno, divulgada no último dia 10, Dilma registrou também 54% dos votos válidos contra 46% de Serra.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo” e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 35746/2010. O Datafolha fez 3.281 entrevistas na quinta-feira (14) e na sexta-feira (15).

Votos totais
Considerando-se os votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), a petista tem 47%, e o tucano, 41%. Brancos e nulos somam 4%, e 8% disseram não saber em quem votar.
Na pesquisa anterior, Dilma registrou 48%, e Serra, 41%. Brancos e nulos somaram 4%, e indecisos, 7%.

Os Amigos do Presidente Lula: Dilma tem 54% dos votos válidos, e Serra, 46%, aponta o Datafolha