Mostrando postagens com marcador educação profissional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação profissional. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Presidenta diz xô ao “apagão” de mão-de-obra

A meta é formar 3,5 milhões de trabalhadores até 2014

image

Saiu no O Globo:

Dilma lança nesta quinta-feira o Pronatec e anuncia 120 novas escolas
BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), destinado à capacitação técnica e profissional de jovens e adultos, numa resposta à demanda por mão de obra qualificada no país. A meta é formar 3,5 milhões de trabalhadores até 2014, começando este ano com 500 mil, com foco nos alunos do ensino médio, reincidentes do seguro-desemprego e beneficiários do Bolsa Família.

O governo também concederá incentivos às empresas privadas para qualificação de seus quadros. As ações se concentrarão nos setores mais necessitados de profissionais especializados, como construção civil, tecnologia da informação e serviços (hotelaria e gastronomia, por exemplo).

Os cursos de formação serão oferecidos pelos institutos federais de ensino técnico, por escolas estaduais e pelo Sistema S (Senai e Senac, por exemplo). No evento, no Palácio do Planalto, será anunciada a criação de 120 novas escolas técnicas federais no país.

Presidenta diz xô ao “apagão” de mão-de-obra - Conversa Afiada

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Haddad quer concurso nacional de professor e tempo integral

Conversa Afiada

Paulo Renato e Di Genio, benfeitores da Educação (em SP)

Saiu na pág. 5 do Globo:
“Vamos reforçar o ensino médio em tempo integral.”
“Ministro vai apresentar a Dilma plano para que estudantes tenham formação profissionalizante em turno complementar”.
Além disso, já em 2012, Fernando Haddad vai realizar um concurso nacional para professor.
De posse da nota, o professor do Rio Grande do Sul pode ir dar aula no Ceará, se um prefeito do Ceará pagar um bom salário e se interessar por aquele professor de bom desempenho.
“O magistério é uma categoria nacional”, disse Haddad.
Ele pretende universalizar a pré-escola a partir de 2016.

 

NAVALHA

NavalhaEste é o ministro que a elite branca detesta.
E tentou defenestrá-lo na segunda  (será um boicote ?) “crise” do ENEM.
Por que ?
Porque o ENEM é o passaporte para o pobre entrar na universidade.
E a elite branca (e separatista, no caso da elite de São Paulo) gosta mesmo é de escola particular, bem cara.
O governador Cerra foi o primeiro a cair fora do ENEM, quando as provas sumiram da gráfica da Folha (*).
Para a elite de São Paulo, bom mesmo é o Ministro Paulo Renato de Souza, o Rei da Privatização da Educação (e especialmente dos livros didáticos).
Paulo Renato é o quim-dim de Iaiá do FHC e, logo, do Cerra.
Já Haddad é outra história.
Como diria o Zózimo Barroso do Amaral: não convidem o Di Genio e o Haddad para o mesmo jantar.
Clique aqui para ler na pág. 2 da Folha (*) excelente artigo de Vladimir Safatle sobre o mito do “milagre coreano” na  educação.
E aqui para ver o que o próprio Haddad disse num artigo para a Folha (*) sobre o acelerado progresso da educação brasileira, segundo critérios internacionais (sim, porque, aqui, o PiG (**) não dá crédito ao Haddad nem à revolucionária política de Lula para a Educação).

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Haddad quer concurso nacional de professor e tempo integral | Conversa Afiada

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Novo Plano Nacional de Educação vai valorizar o professor

Conversa Afiada

Tem gente que prefere tratar os professores de outro jeito, né Padim ?

O Conversa Afiada reproduz matéria publicada na CartaCapital online:

Plano Nacional da Educação é encaminhado ao Congresso
Ricardo Carvalho
O projeto de lei do Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020 foi encaminhado ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira 15. A solenidade ocorreu no Palácio do Planalto com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Fernando Haddad, além de representantes da Conferência Nacional de Educação (Conae), responsáveis pela elaboração da nova proposta.
Criado em 1996 para estabelecer os principais objetivos da educação nacional por dez anos, a primeira versão do PNE, que vigorou entre 2001 e 2010, foi marcada pelo excesso de metas. Das 295, menos de 30% foi cumprida até o final deste ano. “O importante é fixar menos metas e fiscalizá-las. Quando se vigia a ação, fica mais fácil adequar os meios às finalidades propostas”, defendeu o pedagogo Dermeval Saviani em entrevista à Carta na Escola (leia a matéria de Fernando Vives). Nesse aspecto, o novo PNE parece ser promissor: são 20 metas e dez diretrizes objetivas que contemplam valorização dos professores, acesso aos ciclos de ensino do infantil ao superior, alfabetização, entre outros.
Outro ponto que diferencia os dois planos trata de financiamento. Quando foi aprovado, o primeiro PNE previa que 7% do PIB brasileiro deveria ir para a educação, mas o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou a proposta. Com a aprovação da Emenda Constitucional 59, no final de 2008, o Presidente da República fica obrigado a destinar um porcentual do PIB à área. O texto enviado ao congresso por Haddad e Lula estipula os mesmos 7%.
Uma vez enviado ao Congresso, o projeto de lei será discutido no próxima administração. A previsão é de aprovação no primeiro semestre de 2011.
Metas e desafios
Cerca de 20% das metas afetam a valorização e formação do corpo docente. Primeiro, o PNE estipula que todos os professores do ensino básico deverão ter ensino superior, sendo metade com formação continuada com pós-graduação. Além do mais, os sistemas de ensino terão de elaborar, num prazo de dois anos, planos de carreira para o magistério.
As metas do PNE são as seguintes:
1.Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
2.Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de 6 a 14 anos.
3.Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa-etária.
4.Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular.
5.Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.
6.Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
7.Atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB até 2021:
Anos iniciais do ensino fundamental: 6,0
Anos finais do ensino fundamental: 5,5
Ensino médio: 5,2
8.Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para a população do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
9.Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
10.Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
11.Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta,
12.Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
13.Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
14.Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu por meio das agências oficiais de fomento.
15.Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
16.Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
17.Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
18.Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
19.Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
20.Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto interno bruto do país.

Novo Plano Nacional de Educação vai valorizar o professor | Conversa Afiada

Nota do Portal Politikei: Em São Paulo já esperamos há 178 dias e SME não mandou o Projeto do Plano Municipal para a Câmara

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Educação profissional dispara no Brasil. Que horror !

Conversa Afiada

O nível de evolução no crescimento educacional dos brasileiros ficou à frente até mesmo dos chineses

Saiu no Vermelho:

Avanço brasileiro em educação profissional é o maior do mundo
Nas últimas duas décadas, entre todos os países do mundo, o Brasil foi o que registrou o aumento mais rápido no nível educacional médio da força de trabalho, de acordo com levantamento do Banco Mundial. Em 1990, os trabalhadores tinham, em média, 5,6 anos de estudo. Hoje, a média é de 7,2 anos. O nível de evolução no crescimento educacional dos brasileiros ficou à frente até mesmo dos chineses, que detinham esse recorde nas décadas anteriores.
O Banco Mundial indica que, em 1993, perto de 70% da população ocupada entre 26 e 30 anos tinha menos de 11 anos de escolaridade. Em 2010, esta taxa é de 40%.
O relatório reconhece “progressos notáveis” na educação básica brasileira nos últimos 15 anos, mas ressalta que o país precisa acelerar o ritmo se não quiser perder espaço no mercado global para países com populações mais preparadas para o trabalho. O caminho para a evolução educacional, de acordo com os técnicos, é melhorar a qualidade do ensino médio; investir pesado na educação infantil; aprimorar a qualidade dos professores e aproveitar de maneira adequada os gastos públicos.
Ineficiência
O estudo aponta que o gasto público brasileiro não está “produzindo os resultados esperados”. Os dados mais recentes, de 2009, mostram que o país investe hoje 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação, patamar acima do verificado nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil também gasta mais do que México, Chile, Índia e Indonésia, que têm perfil demográfico semelhante. Contudo, investe em média seis vezes maisem um estudante do ensino superior que no aluno da educação básica. Na OCDE, esta proporção é de dois para um. A má administração das verbas e a corrupçãotambém são apontadas como causas da ineficiência dos gastos educacionais.
Em relação à qualificação dos professores, o Banco Mundial elogiou as políticas públicas que concedem bônus no salário dos professores bem avaliados, já implantadas em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e pela prefeitura do Rio de Janeiro.

Educação profissional dispara no Brasil. Que horror ! | Conversa Afiada

Nota do Politikei: A meritocracia para professores como forma de promover o rendimento do aluno é algo extremamente questionável como sugerem os melhores especialistas da área, ainda que os economistas vibrem com esse tipo de proposta completamente distante do universo da educação.