Em resposta a uns colegas servidores municipais, indignados com o tratamento dado pela grande imprensa à nossa greve, deixei um comentário no Facebook para esclarecer aqueles que ainda tem expectativas de apoio dos grandes meios de comunicação. Como creio ser oportuno, republiquei aqui no blog.
domingo, 4 de setembro de 2011
Kassab, a greve do serviço funerário e a mídia
sábado, 3 de setembro de 2011
Enterrando a gestão Kassab
Blog Trágico e Cômico
Em mais uma greve na cidade de São Paulo, dessa vez é o serviço funerário que parou de funcionar nessa semana, reivindicando melhores salários. Bem que eles podiam ter nos avisado antes, né? Aí a gente enterrava antes do fim do mandato essa desastrosa gestão Kassab, que morreu de inanição moral e administrativa.
Diante de tanta repercussão negativa — primeiro com o Aquassab, depois com o PSD —, Jilberto Caçab prepara uma contra-ofensiva, com um pacotão de bondades para escarnecer o eleitor e tentar recuperar os votos perdidos.
Morar numa cidade sob a gestão Kassab se tornou algo tão degradante que nem morrer sossegado o cidadão consegue mais…
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Release para a Imprensa sobre a greve dos servidores
SINDSEP encaminha release para a imprensa desconstruindo mentiras divulgadas.
“Nesta quinta-feira, 1º de setembro, os trabalhadores realizaram ato/assembleia em frente ao Gabinete do Prefeito. Mediante as chantagens feitas pelo Prefeito contra os funcionários públicos, se utilizando dos meios de comunicação, e por não abrir qualquer canal de comunicação, os servidores municipais decidiram pela manutenção da greve até segunda-feira quando se realizará novo ato e assembleia a partir das 10 horas em frente ao Gabinete do Prefeito.
Mais uma vez, o SINDSEP vem a público para desfazer as mentiras veiculadas a partir das informações do governo, algumas vezes sem confrontar com os dados do sindicato.
O sindicato entregou em fevereiro a reivindicação de reposição de perdas acumuladas em 39,7% equivalente ao período inflacionário de 2005 a 2010.
Não houve qualquer contraproposta do governo até a greve de 21 de junho.
Na época, o governo apresentou um projeto que aumentou de 545 para 630 Reais o píso mínimo. Isso significa que qualquer servidor que somando salário, gratificações e outros benefícios tiver vencimentos menor que os R$ 630, receberá um complemento. A medida contemplou cerca de 500 servidores da ativa em um universo de 142 mil trabalhadores. No entanto, parte da mídia permanece divulgando que Kassab deu reajuste de 15%. Porém, o salário padrão inicial do nível básico da PMSP permanece em 440 Reais desde 2003.
O governo se comprometeu ainda na greve de junho a apresentar proposta de recomposição para as categorias excluídas de qualquer reajuste, saúde, e profissionais do nível básico, médio e universitário das diversas secretarias da PMSP, o que corresponde a mais de 50 mil servidores.
Em 18 de agosto a única proposta apresentada foi a de um reajuste de 11,23% somente para 2012 e restrito aos quadros da saúde. Isso mantém a situação de 2011 a mesma e exclui cerca de 25 mil trabalhadores de propostas salariais, dentre os quais, os 1366 trabalhadores do serviço funerário. Mediante a irredutibilidade do governo em negociar essa propostas, os trabalhadores, inclusive da saúde decidiram entrar em greve a partir de 30 de agosto. Nesta data, recebido pelo governo, o sindicato propôs o parcelamento dos 39,7% para os próximos anos, com um aceno de no mínimo garantir para saúde e demais quadros excluídos, a partir de maio de 2011, as perdas de 2010 segundo o IPC-Fipe, calculada em 6,4%. O governo disse que não negocia a proposta deles e encerrou as negociações, o que obrigou os trabalhadores a manterem a greve.
Buscando reabrir as negociações, o sindicato e os representantes das unidades em greve buscaram um diálogo com a Presidência da Câmara Municipal, o Vereador Pólice Neto. O Presidente após fazer os trabalhadores esperarem uma hora, entrou e imediatamente, ainda de pé, segurou o microfone para informar que não podia intervir pela negociação com o executivo, porque estávamos em greve. Se recusou a ouvir os trabalhadores, o que os deixou revoltados com a postura do parlamentar que disse que já conhecia as demandas dos servidores. No entanto, não foi o que pareceu, uma vez que alegou que as negociações deveriam ser feitas com a Autarquia, quando, na verdade, a maior parte dos representantes presentes, do verde, finanças, saúde eram da administração direta.
Hoje, 02 de setembro, os comandos de greve das unidades paradas e os trabalhadores do serviço funerário estarão reunidos às 15 horas no SINDSEP para definirem rumos da mobilização até segunda-feira e a discutirem a decisão judicial de que a greve do serviço funerário deve ser suspensa.
Às 11 horas, trabalhadores e usuários do Hospital Municipal Artur Ribeiro de Saboya (Jabaquara) realizarão um abraço simbólico em torno do hospital.
O Hospital que estava apenas com alguns setores parados deve ampliar a greve nesta sexta.”
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A GREVE CONTINUA
Publicado em terça-feira, 30 de agosto de 2011
Os trabalhadores foram unânimes. Diante de mais um ato de desrespeito do Prefeito Kassab, cerca de quatro mil servidores presentes em assembleia decidiram pela continuidade da greve. A proposta do governo foi a mesma apresentada no dia 18 de agosto. Reajuste de 11,23% a partir de 2012 e apenas para quadros da saúde. Isso significa que em 2011 o reajuste é ZERO.
Passeata dos funcionários da PMSP na Rua São Bento, centro de São Paulo, dia 30 de agosto.
Os trabalhadores da saúde presentes ficaram indignados. Agentes de Apoio, AGPPs e Especialistas, ou seja, o nível básico, médio e universitários dos quadros gerais da Prefeitura ficam sem nada. São mais de 25 mil trabalhadores da ativa e aposentados. Os servidores ficaram revoltados e decidiram dar continuidade ao movimento de greve e envolver mais colegas neste dia 31 de agosto. Também neste dia às 13 horas, os comandos de greve eleitos nas unidades estarão reunidos no Sindsep para se organizarem. Dia 1º de setembro, às 10 horas em frente ao Gabinete do Prefeito haverá nova assembleia para avaliar o movimento.
Foi atendida pela SEMPLA uma comissão constituída pela diretoria do Sindsep e por representantes dos trabalhadores presentes. A comissão chegou a sugerir que o governo parcelasse os 39,7% que a PMSP nos deve desde 2005, como já fez com a Educação e GCM que tem reajustes anuais superiores a 10%. Depois de conversar com o Secretário Rubens Chammas por vinte minutos, os representantes do governo voltaram para a sala de negociações dizendo que era impossível atender nossas reivindicações. Pediram para suspender a greve e deixar a conversa para setembro. Um absurdo. Todos sabemos que dinheiro há. O valor dos imóveis explodiram em São Paulo, e a PMSP ganha com cada compra e venda. Os impostos aumentaram. Tem inspeção veicular todo ano sobre uma frota cada vez maior, além da indústria da multa. Enquanto isso, o Kassab não teve dúvidas ao transferir 600 milhões do nosso dinheiro para empreiteiras faturarem com o Estádio de Itaquera.
Kassab está pagando (0%) para ver. Os trabalhadores do serviço funerário pararam e o governo tenta ameaçá-los. Cada vez mais revoltados já deram o recado: a greve continua. O pessoal do verde e meio ambiente está parado e pelas mãos deles estão paradas as aprovações de processos importantes para Kassab, como os das obras de acesso viário ao campo de Itaquera para a Copa de 2014 e do pólo de desenvolvimento do bairro, o monotrilho do Metrô (linha 2 verde) trecho Oratório/Cidade Tiradentes, e o túnel Roberto Marinho que ligará Águas Espraiadas à Imigrantes. A Secretária de Finanças parou, incluindo os trabalhadores da Praça de Atendimento, sendo que dia 31 é o último dia para o munícipe parcelar impostos (PPI). Os aposentados saíram de suas casas e trabalhadores do Esporte, bibliotecas, zoonoses, subprefeituras, Secretaria de Habitação e unidades de saúde pararam de trabalhar para estar no ato e saíram de lá mais mobilizados para a continuidade e ampliação da greve. Vários hospitais que pararam parcialmente decidiram que vão ampliar a greve. Chega de humilhação! Agora, Kassab, que já declarou na internet que está preocupado com a greve, tem mais motivos para não dormir. O Prefeito está descobrindo o que estamos dizendo desde o início do ano: Sem funcionário público, a cidade para!
As paralisações do 1º semestre arrancaram do governo:
• Reajuste de 13,43% no piso dos professores;
• Criação de piso para gestores e apoio da educação;
• Incorporação dos pisos da Educação mediante reajuste de 13,43% em 2014;
• Extensão das Gratificações de Atividade (GAs) do nível básico e médio para os trabalhadores do Serviço Funerário e do Iprem;
• Extensão da GDAS para Assistentes Sociais do Iprem;
• Criação da GDACD para Bibliotecários e profissionais de Educação Física;
• Aumento do piso mínimo de R$ 545,00 para R$ 630,00, somando-se os padrões e todas as gratificações.
Em 21de junho, os trabalhadores aceitaram suspender a greve para que o governo analisasse novamente a pauta dos trabalhadores.A demora foi de quase dois meses para ser apresentada a seguinte proposta:
Saúde
• Pagamento mensal desde janeiro de 2011 dos 20% do PPD retidos para o final do ano;
• Elevação do PPD de 30% para 60% sobre o padrão, somente para os profissionais de nível Superior da Saúde;
• Reajuste dos padrões do QPS em 11,23% para estatutários e celetistas, somente a partir de janeiro de 2012;
• Encaminhamento imediato do PCCS das Autarquias Hospitalares (pronto desde 2009) com pagamento retroativo a agosto de 2009.
Serviço Funerário e Iprem
• Estender a Gratificação de Atendimento ao Público (GAP) aos AGPPs que atendem ao público;
• Concurso para sepultadores e motoristas ainda este ano.
Sobre a Mudança da Lei salarial
• O governo irá constituir um Grupo de Trabalho intersecretarial para discutir a lei salarial.
Sobre capacitação
• O governo está ampliando a rede de capacitação através de cursos EAD (a distância);
• Programa de promoção à saúde do servidor, voltado para a GCM e Zoonoses, para realização de exames e palestras.
Prevendo que o movimento tende a crescer, o governo resolveu começar a abrir o cofre. Porém, nossas perdas já ultrapassaram os 39,7% apresentados no início do ano e ainda temos cerca de 25 mil trabalhadores, ou seja, 17% dos servidores permanecerão sem previsão de reajuste. Por isso, os trabalhadores entenderam como uma afronta do governo Kassab a apresentação de uma proposta, que mais uma vez busca dividir a categoria, não recupera as perdas acumuladas e adia o pagamento para 2012. Durante mais de três exaustivas horas de negociação o sindicato insistiu na contraproposta de:
• Ampliação dos 11,23% de reajuste proposto à saúde para 39,7%;
• Extensão dos reajustes a todos os demais trabalhadores que estão sem proposta de reajuste;
• Retroatividade dos reajustes para a data base de 1º de maio de 2011;
• Extensão das gratificações (GDA, GA, PPD) para todos os trabalhadores das carreiras, autarquias, funções e lotações correspondentes que foram excluídos do recebimento de todas elas;
• Extensão do reajuste de 30% para 60% do padrão no PPD para todos os profissionais do nível básico e médio da saúde;
• Extensão da GAP para as Autarquias Hospitalares e HSPM.
SIGA AS ORIENTAÇÕES DO SINDSEP
1) Organizem reuniões e assembleias nos locais de trabalho e comuniquem ao Sindsep para que seja feita a divulgação;
2) Elejam comissões para organização da mobilização e da greve na unidade;
3) Colem adesivos e cartazes de divulgação do movimento, distribuam o material;
4 Não aceitem provocações e ameaças de chefe. Todas as decisões deverão ser conjuntas. Não tomem decisões isoladas;
5) O direito de paralisação, de protesto, de greve é previsto na Constituição Federal, não aceitem nenhuma intimidação;
6) Discutam com a comissão eleita a distribuição da carta aberta à população explicando os motivos da paralisação;
7) Organizem desde já a unidade para participar da continuidade greve;
8) A comissão deve buscar o contato com o sindicato para tirar dúvidas e realizar encontros de organização. Sem luta não há conquista. -- SINDSEP --
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Servidores de São Paulo decidem manter greve
30 DE AGOSTO DE 2011 - 19H02
Os cerca de 50 mil servidores de São Paulo, que inclui Serviço funerário, Saúde e parte do setor administrativo, decidiram manter a greve após reunião com administração municipal, durante à tarde. Desde a manhã de terça-feira, 30, os funcionários da prefeitura paulistana cruzaram os braços. A categoria reivindica 39% de reajuste.
Segundo o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de SP), desde 2009 esses setores não tiveram seus salários corrigidos com base na inflação. Sérgio Antiqueira, diretor do Sindsep, reforça a posição de greve. “Infelizmente, somente com greve é que a atual administração tem corrigido os salários. Com o pessoal da GCM (Guarda Civil Metropolitana) foi assim, com os professores também. Portanto, para fazer justiça a essa parte do funcionalismo que ainda não recebeu reajustes, a greve continua”, declarou Antiqueira.
Uma das contrapropostas apresentadas pela prefeitura foi um plano de carreiras para autarquias hospitalares. “É um absurdo apresentarem essa proposta que já havia sido fechada em 2009, e até hoje não apresentaram nenhum projeto para sua concretização”, lembrou o dirigente. Outro fato que vem ocorrendo é a exclusão de benefícios, como alimentação. “A administração dá algumas gratificações mas tira benefícios. O que acaba deixando o servidor na mesma situação”, lamentou.
Hoje, cerca de dois mil manifestantes se concentraram em frente da Secretaria de Planejamento, onde ocorreu a reunião com representantes dos trabalhadores e da Prefeitura. Durante toda terça-feira, diversos departamentos e serviços da prefeitura não funcionaram, como o programa de Parcelamento do Munícipe, além dos serviços funerário ter sido atingido, como o transporte dos corpos de hospitais e Instituto Médico Legal (IML) para os velórios. Algumas famílias ficaram aguardando mais tempo do que o normal para o transporte dos corpos.
Os servidores organizam ato político na quinta-feira, a partir das 10h, em frente ao gabinete do prefeito Gilberto Kassab, na região central da cidade de São Paulo.
A prefeitura foi procurada mas não retornou.
Deborah Moreira, da redação
terça-feira, 5 de julho de 2011
Funerária - Cartilha da Gratificação de Atividade
sexta-feira, 1 de julho de 2011
No apagar das luzes Kassab dobra seu salário
Uma vitória suada foi a dos servidores que precisaram de paralisações, a greve da funerária e lotar as galerias da Câmara somente para garantir extensão de gratificações para funerária, Iprem, bibliotecários e técnicos em educação física, além de um compromisso do governo (pela primeira vez)de analisar até agosto a pauta do sindicato cujo primeiro ponto é o de reajuste de 39,7%. Por volta das 18 horas desta quinta, dia 30 de junho, tinham sido votados os dois PLs do funcionalismo encaminhados por SEMPLA como parte do acordo. Depois de dispensados os servidores, mais fácil foi a votação de reajuste de 100% do salário do Prefeito e de 250% para os Secretários. Elite é elite. Em agosto o governo vai saber o que os servidores pensam disso.
Com Câmara vazia, vereadores aprovam aumento de R$ 24 mil para Kassab
Perto das 23h30, 37 dos 55 integrantes do executivo municipal votaram aumento salário do prefeito em 20%
30 de junho de 2011 | 23h 43
Diego Zanchetta, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Com o plenário da Câmara Municipal de São Paulo vazio, os vereadores aprovaram no final da noite de quinta-feira, 30, às 23h27, o projeto que eleva o salário do prefeito Gilberto Kassab (sem partido) e de seus 27 secretários. Ao todo, 37 dos 55 vereadores votaram favoráveis ao reajuste. Os 12 votos contrários foram da bancada do PT e do vereador Cláudio Fonseca (PPS).
O texto havia sido apresentado pela Mesa Diretora do Legislativo na semana passada e a promessa do presidente José Police Neto (sem partido) era de que as discussões sobre o tema ocorressem durante o segundo semestre. Mas, logo após o presidente da Câmara e o líder de governo, Roberto Trípoli (PV), voltarem de uma audiência às pressas com Kassab na sede da Prefeitura, por volta das 18h, a base do prefeito decidiu apressar a votação da proposta na CCJ. Em seguida, a proposta foi colocada em votação na sessão extraordinária das 23h.
O salário de Kassab vai passar de R$ 20 mil para R$ 24 mil. Em fevereiro, o prefeito já havia aumentado seu salário sem alarde, com base em um decreto de 1993, de R$ 12 mil para R$ 20 mil. O reajuste está sob investigação do Ministério Público Estadual. Pela Lei Orgânica do Município, só a Mesa Diretora da Câmara pode fixar os vencimentos do chefe do Executivo. Os vereadores, porém, devem aprovar o aumento ainda hoje em segunda votação.
A estratégia do governo se deu pelo receio de que o MPE consiga barrar o reajuste na Justiça, o que já ocorreu com os vereadores no início do ano. Com o projeto aprovado e sancionado, ficará mais difícil uma contestação jurídica, avalia a base governista do prefeito.
Dia morno
O salário dos secretários terá reajuste de 250%, de R$ 5.504,35 para R$ 19.294,10. O impacto estimado nas contas públicas é de R$ 4,8 milhões. A votação da proposta na CCJ foi uma reviravolta após um dia inteiro morno no Legislativo. Não havia acordo para votar nem projetos de vereadores nem o pacote tributário do prefeito com mudanças no IPTU e na cobrança do ISS de profissionais liberais. Tudo indicava que as votações importantes do governo ficariam para hoje, como a isenção de R$ 420 milhões ao Corinthians em segunda e definitiva discussão.
Mas tudo mudou após o presidente e o líder de governo voltarem do encontro com Kassab. Os vereadores decidiram ir para a CCJ fazer a análise de projetos que não haviam sido aprovados ainda em primeira discussão. Sem resistência entre os aliados, a base governista colocou rapidamente o aumento do prefeito para ser votado na comissão. Em seguida o projeto foi incluído na última sessão extraordinária do dia, no item 109 da pauta. Numa manobra com apoio da Mesa Diretora, o líder de governo conseguiu inverter a ordem da pauta para votar a proposta em primeira discussão.
“É uma vergonha aprovar um reajuste desses na calada da noite”, criticou José Américo (PT). Único governista a votar contrário à proposta, Fonseca disse que quer o mesmo aumento para os professores da rede municipal de ensino. “Enquanto não aumentar salário de professor não voto aumento de secretário”, argumentou.
Surdina
Os vereadores também esperaram as famílias contrárias à venda de um terreno da Prefeitura de 20 mil metros quadrados no Itaim Bibi, área nobre na zona sul de São Paulo, para votar a proposta em primeira discussão às 23h12. No terreno funcionam creche, escola estadual, escola municipal, teatro, biblioteca, posto de saúde, centro de atenção psicossocial e unidade da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais). O governo, porém, argumenta que vai construir 200 novas creches com os mais de R$ 30 milhões da venda da área.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
VITÓRIA! PROJETOS 298 E 300/11 SÃO APROVADOS NA CÂMARA EM 2ª VOTAÇÃO
Os projetos de lei 298/11 e 300/11 que tratam, respectivamente, do piso mínimo e da gratificação dos funcionários públicos municipais de São Paulo foram aprovados na Câmara e seguem para sanção do prefeito Gilberto Kassab.
Trabalhadores do serviço público da PMSP e dirigentes do Sindsep estiveram durante toda a tarde na Galeria da Câmara Municipal fazendo pressão para que os projetos fossem votados antes do recesso parlamentar.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
PLs 298 e 300/11, segunda votação na quinta-feira, 30.
AGORA É NA QUINTA-FEIRA, 30, ÀS 14 HORAS
A Câmara votou ontem, 28, em primeira votação os PLs 298/11(Piso Mínimo) e 300/11(que cria a gratificação para TEFs, bibliotecários e extende a gratificação do nivel basico e médio para Serviço Funerário e Iprem).
Agora os projetos vão para segunda votação, na quinta-feira em sessão extraordinária.
Vamos manter a pressão, para que os vereadores votem os projetos antes do recesso parlamentar.
Portanto, coloquem na agenda, avisem os colegas que estão envolvidos.
Passando isso, vamos nos preparar para agosto, pois caso não haja resposta à pauta o movimento poderá ser retomado.
Trabalhadores da PMSP na Galeria da Câmara Municipal no dia 28 de junho
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Funerária PMSP: Ninguém aguentava mais!
sábado, 25 de junho de 2011
GA da funerária e GDA da Cultura e Esportes
PLs 298 e 300/11 poderão ser votados na terça-feira
Site do SINDSEP - Publicado em quinta-feira, 23 de junho de 2011
Os projetos de lei 298/11 e 300/11 que tratam, respectivamente, do piso mínimo e da gratificação dos funcionários públicos municipais de São Paulo poderão passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira, 28 de junho, de manhã e serem votados no período da tarde.
Trabalhadores do serviço público da PMSP e dirigentes do Sindsep realizaram ato na Câmara no dia 22. Uma comissão foi destacada para percorrer os gabinetes dos vereadores e protocolar pedido de urgência à votação, enquanto a maioria dos trabalhadores se dirigiram para as galerias da Câmara Municipal.
Veja aqui a íntegra do PL 298/11
Veja aqui a íntegra do PL 300/11
Veja a íntegra de outro projeto de interesse dos funcionários públicos, PL 112/11
Irene Batista, presidente do Sindsep e trabalhadores da PMSP, dia 22 de junho na Câmara Municipal
Comissão de dirigentes do Sindsep e trabalhadores da PMSP no gabinete dos vereadores e na Galeria da CMSP
terça-feira, 21 de junho de 2011
Governo aceita negociar reajustes
Em assembleia pela manhã do dia 21, os servidores municipais decidiram pela continuidade da greve no serviço funerário e pela organização da greve geral no funcionalismo. Após passeata pelo Centro os trabalhadores, representados pelo sindicato, foram recebidos pelo governo. Após hora de negociação que durou até a noite, os servidores decidiram pela suspensão da greve até agosto, diante do seguinte compromisso do governo protocolado em acordo:
- lei garantindo a extensão da Gratificação de Atividade aos trabalhadores dos níveis básico e médio do Iprem e da Funerária, com retroatividade de pagamento dos valores a janeiro de 2011;
- lei garantindo o GDACD para os bibliotecários e Técnicos em Educação Física, garantindo a extensão da gratificação retroativa a maio de 2011;
- Extensão do GDAS aos Especialistas da Assisitência Social do Iprem, também retroativos a janeiro de 2011;
- Reajuste do Piso mínimo para 630 Reais;
- Grupo de trabalho da SEMPLA para apresentar até meados de agosto proposta de negociação sobre a pauta de negociação do SINDSEP, apresentada em janeiro, incluindo o reajuste para o quadro geral da prefeitura e para a saúde
- Reposição dos dias parados (25 de maio, 07 e 21 de junho).
Os trabalhadores da funerária e demais servidores estarão organizados nesta quarta em assembleia na Câmara às 10 horas para organizar os trabalhadores. Leia mais aqui. Há perspectiva de primeira votação dos projetos já neste dia 22.
22 de junho, 10 horas, todos à Câmara Municipal
Assembleia do dia 21, na quadra dos Bancários, decidiu pela continuidade da luta pela pauta de reivindicações. Mudança da lei salarial, reajuste de 39% e melhores condições de trabalho. Todos à Câmara Municipal de São Paulo, às 10 horas, Viaduto Jacareí, no centro de São Paulo. Após assembleia na Quadra dos Bancários, trabalhadores seguiram em passeata até a Rua Líbero Badaró. Veja as imagens.
Salário de Datena dava para pagar toda a funerária - II

Ri, Datena! Ri!
Com as informações mais precisas do Brasil 247, eu refiz todas as contas. Datena ganhava na Band 900 mil por mês. Dava pra pagar o salário inicial de carreira (R$ 440,00) de todos os 1366 trabalhadores da funerária mais o pagamento da gratificação mensal de 220,00 Reais para praticamente todos. Com a maior cara de pau, no dia 21, o comentarista que passou a ganhar o salário de 1 MILHÃO e 300 Mil Reais, na Record, para fazer IBOPE em cima da desgraça alheia, chamou de absurda a greve dos servidores da funerária. Com esse valor por mês dava para pagar o inicial de toda a funerária com reajuste de 116%, ou seja 1366 trabalhadores ganhando mais de 950 Reais. E olha que o sindicato está tentando negociar 39,7% de reajuste. Receberá um salário milionário, ele sim, explorando o sofrimento da população, inclusive dos familiares de quem teve o enterro atrasado. O suposto jornalista disse que deve haver outra forma de se conseguir aumento, sem expor o sofrimento dos cidadãos. Datena, deve haver outra forma de ganhar dinheiro também, sem explorar o sofrimento e o medo da população. A Record pagou 38 milhões para Datena cobrir a multa com a Band e aquela que ele deu calote na própria Record. Com esse dinheiro dava para pagar reajuste de 39,7% sobre 440,00 de 1366 servidores por 13 anos seguidos.
Precisamos do marco regulatório dos meios de comunicação urgentemente. Ninguém pode ganhar tudo isso, usando uma concessão pública para criminalizar os movimentos sindicais sem espaço ou direito de resposta.
Imagem do dia
Funcionários do Serviço Funerário de São Paulo realizam protesto pelas ruas do centro de São Paulo, SP, reivindicando aumento salarial de 39%, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Os trabalhadores estão em estado de greve desde o dia 7. De acordo com a presidente do Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo), Irene Batista, a prefeitura tem dado aumento de 0,01% nos últimos anos
Imagens do dia – Notícias UOL
Funcionários do Serviço Funerário de SP decidem suspender greve
Os trabalhadores do Serviço Funerário de São Paulo decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira, encerrar a greve da categoria. Eles dizem que vão voltar ao trabalho a partir das 6h desta quarta (22).Segundo o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo), os trabalhadores decidiram dar uma trégua à prefeitura até meados de agosto --quando devem retomar negociações.
Com o fim da paralisação, os grevistas não terão o dia parado descontado do salário, mas não conseguiram nenhuma proposta de aumento da prefeitura, de acordo com o sindicato dos trabalhadores.
A greve começou manhã desta terça e afetou a realização de enterros e velórios nos cemitérios da cidade. Em diversos locais, funcionários da limpeza fizeram os enterros.
O Serviço Funerário faz o transporte dos corpos de hospitais e IML (Instituto Médico Legal) para os velórios. Nos 23 cemitérios controlados pela prefeitura, funcionários disseram que a adesão à greve atinge motoristas, atendentes e sepultadores.
Famílias reclamam que os corpos de parentes não estão sendo transportados, e por isso não conseguem iniciar o velório. Em alguns cemitérios, houve atraso de mais de três horas no transporte do velório para o enterro.
Rivaldo Gomes/Folhapress
Cartaz alerta sobre greve no cemitério Chora Menino, na zona norte de São Paulo
De acordo com o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo), que representa os servidores, eles reivindicam aumento salarial de 39,79%, estender gratificações a todos os funcionários, plano de carreira e melhores condições de trabalho.
Os funcionários Serviço Funerário dizem estar sem reajuste real há mais de 20 anos. De acordo com a presidente do Sindsep, Irene Batista de Paula, o salário inicial do servidor está em R$ 440, e a prefeitura tem dado aumento de 0,01% nos últimos anos --índice menor que a inflação.
A prefeitura afirma ter enviado projeto de lei à Câmara estendendo a Gratificação de Atividade a todos os servidores ativos de níveis básico e médio do Serviço Funerário, além de elevar o "piso mínimo" da categoria para R$ 630.
De acordo com dados da Secretaria de Planejamento, o Serviço Funerário Municipal tem 1.366 servidores ativos.
Colaborou RICARDO GALLO, DE SÃO PAULO Folha.com - Cotidiano - Funcionários do Serviço Funerário de SP decidem suspender greve - 21-06-
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Mediante ameaça de greve governo adianta respostas
Representantes da SEMPLA chamaram, no início desta tarde, o sindicato para uma reunião. Em resposta aos questionamentos feitos pelo Sindsep no dia da paralisação do dia 7 de junho, o governo respondeu:
- SOBRE A GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADE: Encaminhamento de projeto de lei à Câmara ainda em junho, garantindo a extensão da Gratificação aos trabalhadores dos níveis básico e médio do Iprem e da Funerária, com retroatividade de pagamento dos valores a janeiro de 2011;
- GDA: para os bibliotecários e Técnicos em Educação Física, encaminhamento de projeto de lei garantindo a extensão da gratificação sendo retroativos a maio de 2011;
- Extensão do GDAS aos Especialistas da Assisitência Social do Iprem, também retroativos a janeiro de 2011;
- Encaminhamento até o dia 21, ao sindicato, de proposta de calendário para negociação dos principais pontos da saúde, incluindo HSPM e autarquia hospitalar;
- Garantia de reposição dos dias parados (25 de maio e 07 de junho).
O sindicato insistiu, em diversas intervenções, na reivindicação geral dos trabalhadores que exigem uma política de reposição salarial. O governo se limitou a atender a reivindicação de abrir um grupo de discussão com as entidades para debater a lei salarial.
O Sindsep respondeu ao governo que a decisão, se aceita ou não, a proposta, será da categoria no dia 21 de junho, às 10 horas, na Quadra dos Bancários, Rua Tabatinguera, 192.
Agora é com os servidores!
Todos à Assembleia!
Publicado em quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Aumento de 15% é mentira!
SINDSEP desmente jornal Agora.
Matéria do jornal Agora criou confusão entre os servidores. O diário bastante popular deu a manchete: “Servidor da capital terá 15% de aumento”. No interior da matéria explicava que o reajuste era sobre o piso de R$ 545 (salário mínimo) que passaria a R$ 630,00. O problema é que uma parcela ínfima dos servidores se beneficiará com a proposta. O governo reafirmou categoricamente que não tem proposta de reajuste além dos 0,01%. Foi justamente por isso que os servidores presentes no dia 07 de junho em SEMPLA decidiram pelo Estado de Greve e assembleia para decidir se entrarão em greve ou não no dia 21.
Portanto, vamos prestar atenção!
Qual é a intenção, além de vender jornal, ao se publicar uma matéria dessas?
Quem se beneficia com isso?
Recebi hoje uma ligação de uma colega, servidora aposentada, para quem os ex-colegas de unidade, uma biblioteca, disseram que o governo mandara para a Câmara um projeto com o reajuste de 15%.
Com essa desinformação na cabeça, qual servidor irá participar de uma assembleia para decidir greve?
Não é a primeira vez que a mídia é usada para a desmobilização. Nem será a última.
Por outro lado, demonstra que há um grande medo por parte do governo Kassab de que o funcionalismo amplie sua mobilização que chegou a colocar 5 mil no centro, no dia 25 de maio.
Por sorte, muitos servidores estão atentos e dispostos a lutar.
Os servidores da funerária, mesmo com o governo oferecendo a extensão da Gratificação de Atividade, da qual foram excluídos, porém sem definir data para o Projeto ou para a retroatividade, estão tão cansados de seus salários baixos e da humilhação, que decidiram entrar em greve já no dia 21 e ir para a assembleia parados. São um bom exemplo para todo o funcionalismo e é a segunda vez nessa campanha que eles dão o tom da revolta pela qual passa o funcionário público.
Quanto à informação verdadeira do Piso, a real e indecente proposta do governo, segue o informe do site do SINDSEP:
DESFAZENDO A CONFUSÃO DO PISO MÍNIMO DE R$ 630,00
Publicado em sexta-feira, 10 de junho de 2011
O Jornal Agora soltou uma matéria que causou uma grande confusão nas negociações junto a prefeitura e o Sindsep.
O Jornal Agora informou que os servidores teriam 15% de aumento no piso, mas isso não confere com a proposta do governo.
Hoje os servidores municipais tem como menor padrão R$ 440,39 (para quem optou para ser agente de apoio, quem não optou, recebeu menos ainda).
Existe uma lei chamada de PISO MÍNIMO na prefeitura, por esta lei, nenhum servidor pode receber menos que R$ 545,00, que é o menor salário nacional, mas para chegar lá, inclui todas as gratificações.
Veja abaixo o exemplo de um servidor que acabou de entrar na prefeitura (considerando que ele receba adicional de insalubridade), mas com a recém criada GA (Gratificação de Atividade) ele vai perder o piso mínimo. Veja a tabela abaixo:
Então, pela tabela podemos ver que quem seria beneficiado, seriam os colegas que acabaram de entrar e servidores aposentados que ganham menos de R$ 630,00. Os demais não teriam reflexo nenhum, por exemplo se pegarmos um servidor que tenha 5 anos, ou seja, qüinqüênio e recebe a GA integral, ele já passa de R$ 630,00 (440,39+23,26+220,00=R$ 683,65). O AGPP, que tem o padrão de R$ 645,00, não recebe nada.
A proposta do governo é a confusão e a matéria do Jornal Agora não ajudou em nada, só confundiu.
O Sindsep propõe o reajuste na tabela, para que tenha impacto para todos, mas não foi isso que o governo apresentou. Por isso dia 21 tem mais, as 10 horas, na Rua Tabatinguera, 162, VOCÊ NÃO PODE FALTAR.
Serviço Funerário em greve dia 21
terça-feira, 31 de maio de 2011
Servidores públicos de São Paulo farão nova manifestação dia 7
Sindicato espera contar com mais de 5 mil pessoas no ato em frente à prefeitura
Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual
Na última manifestação, mais de 5 mil trabalhadores foram ao centro de São Paulo (Foto: Divulgação)
São Paulo – Após a manifestação na quarta-feira (25), que mobilizou cerca de 5 mil funcionários da prefeitura de São Paulo, o Sindsep (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias de São Paulo) está programando para 7 de junho (terça-feira da semana que vem), em frente à sede do Executivo municipal, outra manifestação que, segundo a presidenta da entidade, Irene Batista de Paula, irá contar com mais adeptos.
A prefeitura de São Paulo ficou de dar uma resposta às reivindicações da categoria no próprio dia 7. Para Irene, a atividade será uma forma de pressionar. “Iremos pressionar em frente à Prefeitura principalmente por reajustes nos salários e mudanças na Lei Salarial”, afirma.
Segundo Irene, até hoje o tema reajuste salarial é inegociável por parte do governo, contra isso ela reafirma que as manifestações continuarão o tempo que precisar. “A categoria tem que se rebelar, todos as tentativas de negociações já foram feitas, agora nós temos que ir para a rua”, explica a presidenta.
O dirigente sindical Luiz Rezende lembra que desde o início do ano várias manifestações isoladas de servidores municipais vinham acontecendo, sem surtir o efeito esperado. No entanto a que aconteceu no dia 25 e a que ocorrerá no dia 7 está rodeada de otimismo por parte dos trabalhadores. “Conseguimos congregar todas as demandas específicas de todos os setores e convencemos a categoria que não adiantava fazer atos isolados”, conclui.
Participam da manifestação os trabalhadores do serviço funerário, Iprem, HSPM, autarquia hospitalar, das subprefeituras, das secretarias: de governo municipal, educação, esportes, saúde, negócios jurídicos, finanças, cultura, habitação, verde e meio ambiente, assistência e desenvolvimento social, aposentados e pensionistas e outros.
Reivindicações do Sindsep
- 39% de reajuste;
- Mudança da lei salarial;
- Extensão da Gratificação de Atividade para todos do nível médio e do nível básico;
- Extensão da GDA para todos do nível universitário;
- Negociação da pauta da saúde;
- Reposição dos dias parados;
- Fim do assédio moral;
- Revisão dos planos de carreira;
- Incorporação das gratificações e extensão de todos os direitos para os aposentados.
Publicado em 30/05/2011, 09:00
Última atualização às 11:52
Servidores públicos de São Paulo farão nova manifestação dia 7 — Rede Brasil Atual
