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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Gabriel Chalita, um político que se autoajuda

Do blog Trágico e Cômico:

Gabriel Chalita é um dos novos pesadelos da política paulistana. E é bom os nativos da terra já irem se acostumando, porque ele será candidato a prefeito pelo PMDB. Se candidatos que misturam política com religião já são baixos e venais por natureza, imagine política, religião e autoajuda tudo junto? Sou capaz até de incentivar Chalita em sua carreira literária — com torturantes 716 livros em 42 anos de vida — só para não vê-lo candidato. Infelizmente, temo que isso já não seja mais possível.

Pior é saber que, se ele perder o mandato de deputado (já que foi eleito pelo PSB), seu substituto seria Marcelinho Carioca. Ou seja, trocaríamos o roto pelo esfarrapado. Miséria absoluta…

domingo, 24 de abril de 2011

Chalita fecha com PMDB para disputar Prefeitura de São Paulo

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A saída marcada de Gabriel Chalita do PSB para integrar o PMDB, a pedido do Vice Presidente, Michel Temer, começa a dar novos contornos à nebulosa disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2012. Kassab não pode concorrer a um terceiro mandato. O Prefeito criou o PSD que não sabe dizer se é de esquerda, centro ou direita. Com visíveis problemas de lateralidade, Kassab disse que ajudará Dilma a fazer um bom governo, ao mesmo tempo em que apoiará Serra, provavelmente o único candidato à Prefeitura pelo PSDB. E, por mais que Serra diga não ser candidato, sabemos que sua palavra não vale nem com assinatura reconhecida em cartório. Porém, podemos supor que o novo partido, PSD, não tenha nomes para a disputa e pode caminhar de fato para um distanciamento do alinhamento tucano, obrigando Kassab a deixar vaga a função de poste.  Por parte do PT, a indefinição ainda é geral, pois não há consenso sobre os nomes mais comentados como os de Marta, Mercadante e uma possível candidatura de José Eduardo Cardozo, Ministro da Justiça. Ampliando o leque de possibilidades, mais recentemente, Lula disse publicamente que seria cabo eleitoral do partido na disputa pela prefeitura da Capital paulista em 2012, sugerindo um nome novo como o do Ministro da Educação, Fernando Haddad. Chalita que foi secretário de Alckmin é o deputado mais votado por São Paulo depois do Tiririca. Sua vinda para o PMDB como mais uma estratégia de Temer de tomar o controle do partido no Estado depois da morte de Quércia, esquenta a disputa paulistana. Em tempos de debate sobre a reforma política, a conjunção desses fatores demonstra a confusão ideológica que rege os interesses eleitorais. O alinhamento nacional se perde novamente no embate de âmbito regional.
Com informações do Estadão obtidas na postagem do Viomundo.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Os erros de Serra segundo o Secretário da Educação de Alckmin

Blog da Dilma 

Educação: a sequência de erros cometidos por Serra

janeiro 22nd, 2011 |  Autor: CelsoJardim

Novo secretário de Alckmin diz que Serra ‘errou’ ao reduzir Escola da Família”

Paulo Alexandre Barbosa descarta argumento de que programa não tinha demanda

Foi um erro a redução do Escola da Família”, diz o secretário, escolhido por Alckmin para ocupar a pasta na nova gestão. “Acho que essa redução não foi a atitude mais acertada. É só você caminhar pelas cidades, pelos municípios, e as escolas pedem o retorno do programa Escola da Família. É um sinal de que existe demanda e aceitação da população”, acrescenta.

Uma das vitrines do segundo governo Alckmin (2003-2007), o Escola da Família abria os colégios estaduais aos fins de semana para as comunidades. Para organizar as atividades, ex-estudantes da rede pública eram contratados como voluntários, e recebiam bolsas universitárias do governo em contrapartida. O programa foi drasticamente reduzido nos primeiros meses do governo Serra, sob a alegação de que não havia demanda suficiente para a abertura de todas as escolas. De 2007 (primeiro ano do governo Serra) para 2008, a redução do orçamento para o programa foi de 48%.

Na entrevista, Barbosa também faz um diagnóstico pessimista da qualificação da mão obra no Estado, e promete soluções para melhorar os indicadores sociais do Estado. “Hoje existem milhares de vagas que deixam de ser ocupadas no mercado de trabalho por falta de profissionais qualificados. E nós queremos preparar essas pessoas para que elas se inserirem no mercado de trabalho”, diz. “Nós vamos criar uma grande escola de desenvolvimento social no estado de São Paulo. Um centro de formação que vai dar formação presencial e à distância”, conclui.

Apontado como uma indicação do deputado federal eleito Gabriel Chalita (PSB-SP) para o cargo, Barbosa confirma a reaproximação entre Alckmin e seu ex-secretário de Educação, que deixou o PSDB em 2009 com fortes críticas à Serra. “A relação que o governador Geraldo Alckmin tem com o Gabriel Chalita nunca foi escondida. É uma relação que existe independentemente dos caminhos políticos que foram seguidos.”

O aumento de professores temporários, a falta de diálogo com a categoria, repressão com violência aos professores, além da edição de livros escolares para alunos entre 10 e 12 anos com pornografia, livros com erros de geografia e história, agora Serra é criticado por suspender programa que visava integração de alunos, ex-alunos e a comunidade local.

*Celso Jardim com informações do Estadão

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Partido da Imprensa Golpista (PIG) já escala o Ministério de Dilma

Mal Dilma voltou da Coreia e o PIG aumenta os esforços para escalar o novo Ministério que será composto pela Presidenta eleita. Já cheirava mal, o grande estardalhaço feito por o Globo, a Globo, Estadão e Folha, por por causa de menos de 0,04% de provas com defeito no exame do Enem realizado para mais de 3 milhões de estudantes. Sabe-se que no ano passado, o vazamento se deu em uma gráfica ligada ao Grupo Folha de São Paulo. A prova precisou ser adiada.
No levante provocado pela velha mídia nesta semana, duas foram as vítimas: o Ministro Fernando Haddad e o próprio Enem. Quanto ao Enem, está claro o motivo dos ataques. Ao menos para quem se informa além do Jornal Nacional e dos jornalões.
O Enem, além de garantir aos filhos das classes mais baixas frequentar uma universidade particular pelo Prouni, dá acesso a universidades públicas, sem o tal vestibular (para Paulo Henrique Amorim, assim como saudade, não tem tradução). Isso, por si, já é um absurdo para muitos da elite que atendem fácil a um chamado da mídia golpista para engrossar o coro. O Globo tentou no Rio reeditar os “caras pintadas” em Ipanema. Alunos de escolas particulares de classe média alta “revoltados” com o Enem. Sempre defensoras de práticas estadunisenes, a elite, por aqui, não quer copiar o modelo norte americano de exame unificado de admissão.
Mas os interesses prejudicados nessa história são outros. Primeiro há uma fábrica de vestibular nesse país e quanto mais melhor para ela, não é? Os principais vestibulares nunca tiveram a credibilidade questionada mesmo diante de histórias de falhas em provas e até fraudes, o que se espera, e percebido, deve-se corrigir. Outra indústria que não quer perder seu filão no mercado é a dos cursinhos. Como explicou a filósofa Viviane Mosé na rádio CBN, o Enem é excelente porque avalia raciocínio do aluno. O aluno pobre não depende mais da memorização dos pacotes de informações apostiladas pela máfia de cursinhos. Mosé, assim como o Presidente Lula, entende que até a Polícia Federal precisa investigar porque acontece tanta coisa errada com o Enem. Mas a notícia boa é que o TRF derrubou a liminar que brecou o exame de mais de 3 milhões de alunos de classes baixas que poderiam ficar sem cursar universidades públicas em 2011. E estas teriam de recorrer ao “velho e confiável” vestibular, favorecendo bastante os alunos de cursinho, e a “credibilidade” dos mesmos demanda para a educação pública. O Inep ao reverter a decisão na justiça~poderá refazer a prova para todos os prejudicados, pois a prova do Enem como explicou o Ministro aos chacais do Bom Dia Brasil, corresponde ao novo conjunto de tecnologias da educação que permite avaliar os mesmos indicadores em ocasiões e em provas diferentes. O MEC informou que o número de pessoas que realmente precisariam repetir o exame seria de 200 (duzentos) alunos. Observem a preocupação repentina da elite e da mídia com as minorias. Diferente reação tiveram em 2009 quando os erros no Saresp de Serra afetaram 20 mil alunos em São Paulo (leia no Azenha).
Na outra ponta dos ataques midiáticos está Fernando Haddad. Mas, mediante tamanho “escândalo”, para a mídia ele está fora do páreo de ser Ministro de Dilma. Escândalo, lembremos, que ela própria criou a partir de um incidente absoluta e relativamente pequeno. Passível de ocorrer mediante o imenso universo que o exame do MEC representa. Até o Sarem do Estado governado por Serra deu xabu. Especialmente com tanto predador rodeando o filhote que ainda aprende se equilibrar nas pernas. O Enem dobrou o número de participantes no último ano (isso deve incomodar).
Quando a semana iniciou, e junto, os ataques a Haddad, cogitei em meu local de trabalho que, além dos interesse daqueles grupos econômicos que não querem o Enem, eu desconfiava que o alvo era o Ministro também. Sabe-se por aqui, na blogosfera, que é de praxe nestes últimos anos, o PIG enfraquecer candidatos a, ou Ministros empossados, pelo ataque contínuo. Especialmente se ele tem determinado poder para liderar inversões nessa pirâmide de interesses sociais e econômicos que constituem historicamente a base de nossa nação.
Durante a semana, o Estadão já havia demitido o Ministro Amorim de sua pasta porque ele não acompanhou Lula e Dilma no G-20. Esqueceram de informar que havia sido um pedido dele mesmo. Quanto à pasta da Educação, minha desconfiança se confirmou procedente nesse fim de semana quando o Estadão publicou a matéria abaixo. Para o jornalão das elites, Chalita já é o nome para substituir Haddad. A velha mídia aproveitou que a briga dos partidos aliados (PSB, PMDB, PCdoB e outros) por cargos vai ser feia e já tacou gasolina na fogueira. Lembremos que Chalita, além de ser um nome forte para o jornal, o que na minha opinião, já o desabona, foi Secretário da Educação no Governo Alckmin. Até aí, nenhum problema, além do fato de o Estado mais rico não ter conseguido durante a gestão tucana dar qualquer sinal de avanço em termos de qualidade do ensino ou na  carreira dos professores (muito pelo contrário). Mas, como denunciou o combatente blog Cloaca News, Chalita tem um histórico de histórias mal contadas em sua passagem como Secretário dos tucanos arquivadores de mais 90 CPIs no Estado.  O Cloaca cita as informações oferecidas pelo Namaria News que usa a lupa de suas páginas digitais para deixar às vistas, as pequenas letrinhas do Diário Oficial do Estado, onde se escondem as parabólicas compradas na gestão Chalita. Outro que torce para o ex-companheiro de Partido, Paulo Renato, que além de manter negócios com editoras foi Secretário da Educação em São Paulo quando comprou muitos livros de qualidade, digamos, duvidosa para as escolas. E falando do Governo de São Paulo, não esqueçamos que o Namaria News já desmembrou os negócios milionários e lucrativos para a Editora Abril (a mesma da Veja) durante a gestão de Serra pela Prefeitura e pelo Estado.
Mas não é só de notícia ruim que passamos a vida, não é? A boa nova é que uma lei de regulação de mídia está por vir no governo Dilma. O Ministro Franklin Martins explicou bem essa semana durante o evento sobre integração de mídias. Diferente do que tem esbravejado o PIG, não se trata de censura, pois ninguém vai analisar conteúdos e deliberar se podem ou não ir a público. Todo mundo vai continuar falando e escrevendo o quer. Mas, como acontece nos EUA, Portugal, França, Reino Unido, etc, haverá um órgão que poderá avaliar quem está se excedendo, ou digamos, pendendo para o lado de interesses “não coletivos”. Democratização dos meios de comunicação, acesso à banda larga, direitos de resposta, equilíbrio ideológico, pluralidade cultural, preservação da identidade regional. Todos pontos a serem debatidos no Congresso, espero que em breve. Pontos sem os quais, nenhuma democracia sobrevive, mais quatro anos.
Notícias anteriores:

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  • Terrorismo midiático e meios alternativos

  • Chalita é nome cotado para substituir Haddad no governo Dilma
    Ex-secretário da Educação de São Paulo na gestão Geraldo Alckmin (PSDB), Chalita conta também com o carinho especial da presidente eleita
    12 de novembro de 2010 | 15h 59
    Daiene Cardoso/SÃO PAULO - Agência Estado
    Os dois anos de sucessivas falhas na aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não só desgastaram o ministro da Educação, Fernando Haddad, preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para continuar à frente da pasta no governo Dilma Rousseff, como abriram espaço para que outros candidatos disputem a vaga. Em meio às negociações para a formação do futuro governo, o PSB pode abocanhar também o Ministério da Educação e ampliar sua participação no Planalto - que hoje se restringe ao Ministério de Ciência e Tecnologia e Secretaria Especial dos Portos. Segundo fontes ligadas à legenda, o nome mais cotado é o do deputado eleito e vereador por São Paulo Gabriel Chalita.
    Ex-secretário da Educação do Estado de São Paulo na gestão Geraldo Alckmin (PSDB), Chalita conta também com o carinho especial da presidente eleita. Ele foi um dos responsáveis pela aproximação de Dilma com setores da Igreja Católica desde a pré-campanha e atuou como "bombeiro" na articulação entre a candidata e a Igreja nos momentos mais delicados da campanha, quando as discussões envolvendo temas como aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo fizeram a petista perder pontos nas pesquisas de intenção de voto.
    Na disputa com o deputado federal eleito neste pleito - o segundo mais votado do Estado depois do palhaço Tiririca - estão nomes como o da filósofa Marilena Chauí, ex-secretária da Cultura da prefeitura de São Paulo durante o governo de Luíza Erundina, do escritor Fernando Morais e do senador petista Aloizio Mercadante. Chalita é considerado um gestor agregador e mobilizador das redes de ensino, com boas chances de pôr fim à crise que colocou o Enem em xeque. "Para ela (Dilma), o que aconteceu com o Enem é inconcebível", conta um pessebista, ao criticar as falhas consecutivas na aplicação da prova.
    Caso seja escolhido para dirigir o Ministério da Educação, Chalita deverá promover mudanças significativas no Enem, começando com a aplicação da prova em três datas diferentes ao longo do ano, como defende a ex-secretária executiva do MEC Maria Helena Guimarães de Castro, uma das criadoras do Enem na gestão Fernando Henrique Cardoso. No passado, Chalita fez críticas ao Enem, o qual classificou como "tão ruim quanto os antigos vestibulares".
    Os primeiros nomes do novo governo Dilma Rousseff devem ser anunciados já na próxima semana. A prioridade é a definição da área econômica, como sugeriu o presidente Lula. A tendência é que a presidente eleita aposte em perfis técnicos com viés desenvolvimentista. Num dos postos-chave do governo, a Casa Civil, a discussão está em torno do perfil do novo titular, se vai pender mais para o político ou para o técnico. Segundo Fontes, além dos conselhos do presidente Lula, Dilma tem ouvido com frequência seu vice Michel Temer para fechar os nomes do primeiro escalão.
    Outros partidos
    O PV, que faz questão de se colocar como "independente", também vem sendo cogitado para integrar o governo Dilma. Para surpresa do partido da senadora Marina Silva, o PV foi sondado para compor a nova administração. No segundo turno, Dilma se comprometeu com propostas que faziam parte do plano de governo de Marina. Embora a equipe de transição esteja mais comprometida em atender os partidos de sua coligação, Dilma quer ter ao seu lado o PV que saiu fortalecido das urnas. "Está havendo boa vontade e sondagens, mas não há nenhuma sinalização sobre ministérios", disse um ex-candidato do PV.
    Oficialmente, o PV rechaça discussões relacionadas à negociação de cargos. "Qualquer conversa em torno de programas é construtiva. Mas não há convites e não haverá convites", reforça o vice-presidente do partido, Alfredo Sirkis. Deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro, Sirkis lembra que o governo Dilma terá dificuldades para agregar todos os partidos da sua base, "quanto mais os que não a apoiaram", portanto não acredita que haja espaço para o PV.
    Já o PCdoB, que se reuniu esta semana com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, diz que o tema da conversa não foi composição ministerial e sim questões programáticas que não foram aprofundadas durante a campanha eleitoral, como as reformas e a guerra cambial. "Temos muitos nomes, nomes de excelência, mas não chegamos lá (na reunião) para cobrar ministérios", disse o secretário de comunicação do partido, José Reinaldo Carvalho.
    O secretário destaca que o partido se identifica com as pastas criadas no governo Lula, como a Secretaria de Políticas de Promoção e Igualdade Racial, e áreas que exijam interface com movimentos sociais. Entre os "nomes de excelência" do PCdoB estão os deputados federais Aldo Rebelo (SP), Manuela D'Ávila (RS), Flávio Dino (MA) e o atual ministro dos Esportes, Orlando Silva, em alta com os preparativos para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 no Rio.
    Quanto à possibilidade de manter a divisão dos ministérios na mesma proporção em que ocupam no governo Lula, como quer o PMDB de Temer, o PCdoB manda o seu recado: "É um novo governo, é um novo quadro político".

    domingo, 14 de novembro de 2010

    EX-TUCANO QUER SER O MINISTRO DA FALCATRUA

    Cloaca News:
    domingo, 14 de novembro de 2010



    .O nome dele é Gabriel Benedito Isaac Chalita. Sob sua gestão como Secretário da Educação em São Paulo, mais de R$ 13 milhões foram para o “ar”, disfarçados de antenas parabólicas, entre outras trambicagens

    .O sempre tucano Gabriel Chalita, atualmente homiziado nas hostes do PSB, teve seu nome plantado pelo Estadão para ser o ministro da Educação no governo de Dilma Rousseff. Segundo a fuxiquenta nota publicada pela centenária e mafiosa gazeta, Chalita “é considerado um gestor agregador e mobilizador das redes de ensino” e alguém que “deverá promover mudanças significativas no Enem”. O que os zelosos jornalistas ribeirinhos da corporação mafiomidiática não contaram é que o elemento tem uma vistosa ficha corrida em matéria de transações tenebrosas.

    O caso mais indecoroso – devidamente reportado no site Transparência Brasil – é o dos contratos assinados por ele, em 2006, para fornecimento de antenas parabólicas para implementação do projeto Canal do Saber – uma das muitas maracutaias tucanas na Educação paulista. Trata-se de uma trama rocambólica, desenrolada magistralmente pelo blog NaMaria News, em 7 de abril deste ano. Respire fundo e clique aqui para conhecer todos os detalhes da tramóia.

    Se apenas uma mutreta não for suficiente para deslindar a natureza brejeira do candidato a ministro, experimente esta outra, em que ele “conseguiu” na faixa uma fazenda de 87 hectares do governo de São Paulo para a rede católica Canção Nova, potentado carola – do qual Chalita é prócer – que promove “a evangelização através dos meios de comunicação", e que já conta com editora, rádio e televisão próprias.
    Cloaca News: EX-TUCANO QUER SER O MINISTRO DA FALCATRUA

    quarta-feira, 6 de outubro de 2010

    Vídeo chocante: Chalita rompeu com Serra e foi perseguido | Conversa Afiada

    Publicado em 06/10/2010

    Gabriel Chalita foi um bem-sucedido Secretário de Educação de São Paulo, no Governo Alckmin.
    Foi embora do PSDB, porque não aguentava conviver com o José Serra que, por coincidência, é o maior beneficiário das baixarias na internet.
    Por exemplo.
    Uma dessas baixarias pode ser punir os professores de São Paulo – para se vingar do Alckmin.
    Vamos admitir que Serra tenha assumido o Governo com ódio do Alckmin, que saiu do Governo com 80% de aprovação popular.
    É uma hipótese.
    Ao tomar posse, num discurso ao lado de Alckmin, Serra ameaçou: vou rever todos os contratos !
    Como se o Alckmin fosse um corrupto, um Arruda, um Roriz, que o apoiam.
    Chalita tinha dado 5o% de aumento aos professores, ao longo de sua gestão.
    Serra quase não deu aumento aos professores.
    Desmoralizou-os.
    E, hoje, não pode fazer comício, em nenhum lugar do Brasil, com medo de professor.
    Ele que diploma não tem…
    Chalita é católico, devotado, praticante.
    Foi para o PSB, partido de Eduardo Campos, Cid Gomes e Renato Casagrande, campeões de voto.
    Vereador, lançou-se candidato a deputado federal.
    A certa altura, teve a sensação de que não se elegeria.
    Passou a ser perseguido implacavelmente nas redes sociais.
    E-mails injuriosos.
    Acusações infâmes.
    Teve que retirar um vídeo fraudulento do YouTube: uma voz imitava a dele, para elogiar a Marta Suplicy e defender o aborto.
    Chalita temeu que a baixaria o derrotasse inapelavelmente.
    Teve 560 mil votos.
    Foi o segundo, depois do Tiririca.
    Ou seja, se os que fazem baixaria na internet na suposição de que derrotam a Dilma, podem tomar uma gloriosa tunda no segundo turno.
    Veja como Chalita, depois de romper com Serra, teve de enfrentar uma campanha de difamação sorrateira, baixa, de acusadores sem rosto, habitantes da treva:

    Por que Serra é quem se beneficia com a difamação ?

    Vídeo chocante: Chalita rompeu com Serra e foi perseguido | Conversa Afiada