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domingo, 24 de abril de 2011

Chalita fecha com PMDB para disputar Prefeitura de São Paulo

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A saída marcada de Gabriel Chalita do PSB para integrar o PMDB, a pedido do Vice Presidente, Michel Temer, começa a dar novos contornos à nebulosa disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2012. Kassab não pode concorrer a um terceiro mandato. O Prefeito criou o PSD que não sabe dizer se é de esquerda, centro ou direita. Com visíveis problemas de lateralidade, Kassab disse que ajudará Dilma a fazer um bom governo, ao mesmo tempo em que apoiará Serra, provavelmente o único candidato à Prefeitura pelo PSDB. E, por mais que Serra diga não ser candidato, sabemos que sua palavra não vale nem com assinatura reconhecida em cartório. Porém, podemos supor que o novo partido, PSD, não tenha nomes para a disputa e pode caminhar de fato para um distanciamento do alinhamento tucano, obrigando Kassab a deixar vaga a função de poste.  Por parte do PT, a indefinição ainda é geral, pois não há consenso sobre os nomes mais comentados como os de Marta, Mercadante e uma possível candidatura de José Eduardo Cardozo, Ministro da Justiça. Ampliando o leque de possibilidades, mais recentemente, Lula disse publicamente que seria cabo eleitoral do partido na disputa pela prefeitura da Capital paulista em 2012, sugerindo um nome novo como o do Ministro da Educação, Fernando Haddad. Chalita que foi secretário de Alckmin é o deputado mais votado por São Paulo depois do Tiririca. Sua vinda para o PMDB como mais uma estratégia de Temer de tomar o controle do partido no Estado depois da morte de Quércia, esquenta a disputa paulistana. Em tempos de debate sobre a reforma política, a conjunção desses fatores demonstra a confusão ideológica que rege os interesses eleitorais. O alinhamento nacional se perde novamente no embate de âmbito regional.
Com informações do Estadão obtidas na postagem do Viomundo.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Quem fala pela presidenta: general ou Maria do Rosário ?

Conversa Afiada

O general Elito não tem vergonha do “fato histórico”

Saiu na capa da Folha (*):

“Desaparecidos não são vergonha, diz general.”
“Os desaparecidos são um ‘fato histórico’, do qual não temos que nos envergonhar ou nos vangloriar, afirmou em discurso o general José Elito Siqueira” – ele assumiu a chefia do Gabinete de Segurança Institucional da ABIN.

NavalhaNAVALHA

Quem fala pela Presidenta Dilma ?
Ontem, na posse, Maria do Rosário enfrentou Nelson Johnbim e disse que vai até o fundo da Comissão da Verdade.
Como se sabe, a resistência à revisão da Lei da Anistia foi comandada por Nelson Johnbim, aquele que é (protegido) pelo embaixador americano .
Johnbim é o Ministro da Defesa que aceita que a turma que se formou em 2010 na Academia Militar de Agulhas Negras seja a “Turma Emilio Garrastazu Médici”.
Dizem que a presidenta Dilma reuniu todos os ministros da área econômica, mais o presidente do Banco Central, e disse que não quer divergência pública sobre a política econômica.
Seria interessante saber quem fala pela presidenta: se Rosário ou se o general que trabalhou com Fernando Henrique e por ele foi promovido.
O Conversa Afiada teme que armem uma cama de gato para a presidenta.
O Diretor Geral da Policia federal tentou impedir a Operação Satiagraha que por duas vezes prendeu o passador de bola no ato de passar bola.
O chefe dele, o Ministro da Justiça, trabalhou para Dantas, na qualidade de deputado.
O general da GSI está mais para Nelson Johnbim do que para Rosário.
A presidenta disse duas vezes na posse que se orgulha de ter enfrentado o regime militar na luta clandestina.
Quem hoje fala por ela ?

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Quem fala pela presidenta: general ou Maria do Rosário ? | Conversa Afiada

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Cardozo vai levar para a Dilma a pior herança de Lula: Dantas

Conversa Afiada

Lula se sentará ao lado de Vargas na página do Melhor Presidente do Brasil.
(O Farol de Alexandria ficará no colo do Dutra.)
O balanço que o PiG (*) fez dos oito anos de Lula foi “economicista”.
PIB, salário mínimo, distribuição de renda.
O Globo tentou desmerecer o Governo Lula.
E mereceu resposta à altura do Amigos do Presidente Lula.
A Folha (**) fez um caderno especial para mostrar que quase conseguiu o impeachment com a entrevista que Thomas Jefferson resolveu conceder à Folha (**) sobre o mensalão que está por provar-se.
Mas, a Folha dispensou-se de comparar Lula a FHC.
Aí, então, é de verter lágrimas de sangue: Lula dá de 10 a 0 – veja a tabelinha.
Lula mudou ao incluir os pobres.
E incorporá-los ao vigoroso capitalismo brasileiro.
Lula trocou a “diplomacia da dependência”, a que tirava os sapatos, pela diplomacia altiva, soberana.
Lula tomou o pré-sal da Petrobrax e da Chevron (aquela do Cerra).
Lula fez uma distribuição regional da renda, o que permitiu que o salário do trabalhador do Rio passasse o de São Paulo.
Lula trouxe o Nordeste para dentro do Brasil.
Abriu faculdades como ninguém.
Tudo isso e mais também.
Porém, o Governo Lula tem algumas zonas de cinza, sombrias.
São poucas – e enormes.
Três: a Lei da Anistia, o PiG (*) e Daniel Dantas.
Lula curvou-se ao Johnbim e passou a mão na cabeça dos torturadores do regime militar.
Resultado: deixa o Governo com a amarga derrota na Corte da OEA, apesar da brilhante defesa que Sepúlveda Pertence fez da Lei da Anistia.
Lula perdeu a batalha central da democracia brasileira: a da Comunicação – clique aqui para ler “Chauí: sem Comunicação não há democracia”.
Lula não enfrentou o PiG (*) e muito menos a Globo.
E Lula vai deixar a herança maldita do Daniel Dantas para a Dilma.
Por causa de Daniel Dantas – e foi só ele o responsável pela farsa do “Estado Policialesco” do Gilmar Dantas (***) – Lula desqualificou o ínclito delegado Protógenes Queiroz; permitiu que a PF perseguisse Protógenes; aceitou (politicamente) perseguição implacável que Gilmar Dantas (***) moveu contra o corajoso Juiz De Sanctis; e acabou por defenestrar para Lisboa o Dr Paulo Lacerda, que deu a Lula o que seria uma herança incomparável: uma Polícia Federal Republicana.
No lugar, Lula deixa uma Polícia Federal que, até hoje, não teve a coragem de assumir publicamente que o grampo sem áudio não existia – era apenas um crime previsto no Código Penal – leia sobre isso no post do Desembargador Maierovitch.
Daniel Dantas foi o câncer que se instalou no ventre e no bolso do sistema político brasileiro.
Começou na privatização do Fernando Henrique – “isso vai dar m…”.
E se manteve na BrOi, onde Dantas levou para casa a insignificante quantia de US$ 2 bilhões.
Clique aqui para ler “BrOi não deixa baiano apostar na Mega da virada mas aposta na empresa do Lulinha”.
O presidente Lula disse aos blogueiros sujos – e essa entrevista entra na coluna do “mais” da biografia de Lula – que concluiria a investigação sobre Dantas.
Uma superficial análise das dificuldades que Gilmar Dantas (***) impôs ao corajoso Juiz De Sanctis permite concluir que a promessa de Lula foi uma precipitação (para dizer pouco).
O resultado dessa tergiversação é que José Eduardo Cardozo, orquídea das mais exuberantes do PT de São Paulo, terá a honrosa missão de levar para o Governo Dilma, nos braços, a herança mais ruinosa de Lula: Dantas.
Cardozo vai dizer para a Dilma: toma que o Dantas agora é teu !
Ou melhor: é nosso !
Clique aqui para ler “Ministro da Justiça da Dilma defendeu Dantas no Ministério Publico e até entre os amiguinhos do Berlusconi”.
Clique aqui para ler “Se Dilma não escolher a SSI e a PF, podem armar uma cama de gato contra ela”.
E aqui para ler “Lula não quer Palocci no Palácio. E o Cardozo pode ?”.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(***) Clique aqui para ver como um eminente colonista (****) do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista (****) da GloboNews e da CBN se refere a Ele.
(****) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (****) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Cardozo vai levar para a Dilma a pior herança de Lula: Dantas | Conversa Afiada

sábado, 4 de dezembro de 2010

Palloci, Cardozo e Carvalho confirmados

Brasilianas.Org
Enviado por luisnassif, sex, 03/12/2010 - 16:30

Da Folha

Dilma oficializa nomes de Palocci, Carvalho e Cardozo para novo governo

VALDO CRUZ
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
ANA FLOR
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA

A assessoria da presidente eleita, Dilma Rousseff, oficializou na tarde desta sexta-feira (3) os nomes de Antonio Palocci, Gilberto Carvalho e José Eduardo Cardozo para o novo governo.
"A presidenta eleita da República, Dilma Rousseff, convidou o deputado Antonio Palocci para ocupar a chefia da Casa Civil do futuro governo e o atual chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, para ser o titular da secretaria geral da Presidência. O deputado José Edurado Cardozo, também convidado, assumirá o Ministério da Justiça. A presidenta eleita orientou os futuros ministros a trabalharem de forma integrada com os demais setores do governo para dar cumprimento ao seu programa de desenvolvimento, com distribuição de renda e garantia da estabilidade econômica", diz nota da assessoria.
Com isso, são seis ministros já confirmados pela petista. Do núcleo palaciano, ainda não estão totalmente fechados os futuros titulares das pastas de Relações Institucionais e da Comunicação Social.
Há expectativa para oficializar a jornalista Helena Chagas, chefe da equipe de imprensa do governo de transição, como ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social, no lugar de Franklin Martins.
Helena não respondeu se aceita assumir o posto. Questionada hoje à tarde sobre o convite, Helena sorriu e desconversou.
Já o atual ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) pode tanto continuar no posto como ser deslocado para o Ministério da Saúde, caso Dilma não feche outro nome para a pasta.
A petista chegou a cogitar deixar confirmações de novos ministros para próxima semana, mas voltou atrás.

PMDB E PP
Dilma já definiu ainda o espaço do PMDB no governo. Serão quatro ministérios. Dois na cota dos deputados peemedebistas e dois na dos senadores. Edison Lobão em Minas e Energia e Wagner Rossi na Agricultura já estão certos. Ainda estão indefinidos os nomes para as pastas da Previdência e do Turismo.
A presidente eleita pode ainda definir um quinto ministério na cota do vice-presidente eleito, Michel Temer, que seria ocupado por Moreira Franco. Essa pasta pode ser a futura Secretaria de Aviação Civil.
Diante da definição das pastas a serem destinadas ao PMDB, cresceu a possibilidade de o PP manter o controle sobre o Ministério das Cidades.

EQUIPE ECONÔMICA
Há alguns dias, Dilma confirmou sua equipe econômica: Guido Mantega, que permanece na Fazenda, Miriam Belchior, para o Planejamento, e Alexandre Tombini para o Banco Central.

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